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Categoria: Arte e cultura

25 de Julho, 2011 Carlos Esperança

Novo livro

Dados sobre a pouco recomendável Opus Dei

16 de Setembro, 2010 Ricardo Alves

Woody Allen

  • «Para mim (…) não há diferença real entre uma vidente ou um bolinho da sorte chinês e qualquer uma das religiões organizadas. É tudo igualmente válido ou inválido, na realidade. E igualmente útil.» (Woody Allen, 14/9/2010)
15 de Setembro, 2010 Fernandes

Santos Papas

São mais de 300 páginas com centenas de histórias pouco santas sobre a vida sexual dos Papas da Igreja Católica. O livro do jornalista peruano Eric Frattini, recém-chegado às livrarias portuguesas e editado pela Bertrand, percorre, ao longo dos séculos, a intimidade secreta de papas e antipapas, mas não pretende causar “escândalo”. Apenas “promover uma reflexão sobre a necessária reforma da Igreja ao longo dos tempos”.

Alguns morreram assassinados pelos maridos das amantes em pleno acto sexual. Outros foram depostos do cargo, julgados pelas suas bizarrias sexuais e banidos da história da Igreja. Outros morreram com sífilis, como o Papa Júlio II, eleito em 1503, que ficou na história por ter inventado o primeiro bordel gay de que há memória.

Nos conventos rezava-se para que morresse. João XII era bissexual e obrigava jovens a ter sexo à frente de toda a gente. Gozava ao ver cães e burros atacar jovens prostitutas. Organizou um bordel e cometeu incesto com a meia-irmã de 14 anos. Raptava peregrinas no caminho para lugares sagrados e ordenou um bispo num estábulo. Quando um cardeal o recriminou, mandou-o castrar. Um grupo de prelados italianos, alemães e franceses julgaram-no por sodomia com a própria mãe e por ter um pacto com o diabo para ser seu representante na Terra. Foi considerado culpado de incesto e adultério e deposto do cargo, em 964. Foi assassinado – esfaqueado e à martelada – em pleno acto sexual pelo marido de uma das suas várias amantes.

* Ler aqui.

29 de Julho, 2010 Ricardo Alves

O jogo «Fátima»

Está na internet o jogo «Fátima». O objectivo é guardar o número máximo de ovelhinhas, mas há que ter cuidado com as «aparições» da «Senhora de Fátima», que pode distrair os jogadores obrigando-os a rezar.

Divertimento aconselhado a católicos e ateus.

8 de Julho, 2010 Ricardo Alves

«Mamas sim, anticlericalismo não!»

Parece que o «atrevimento» da Playboy não pode incluir brincadeiras com Cristo: a Playboy decidiu fechar a edição portuguesa depois da homenagem a Saramago com modelos semi-nuas a contracenarem com Cristo.

É triste verificar que a censura vem de onde menos se espera, até de uma revista que alargou os limites do que era publicável e que, também por isso, fez nome em todo o mundo.

Os editores da Playboy portuguesa têm toda a minha solidariedade.

8 de Abril, 2010 Ricardo Alves

Apresentação de livro ateísta

No sábado, às 16 horas, estarei na Livraria Bulhosa de Campo de Ourique (Lisboa, Rua Tomás da Anunciação 68 B) para apresentar o livro «Deus o Homem e a Verdade», de Manuel Sousa Figueiredo, que constitui uma bela e irónica história do cristianismo, seus impasses e contradições, de um ponto de vista ateísta.

Estais todos convidados.

13 de Dezembro, 2009 Ricardo Alves

Caetano Veloso sobre o ateísmo

A longa entrevista do cantautor Caetano Veloso à Ípsilon passa pelo ateísmo.

  • «No livro “Verdade Tropical”, o momento mais criticado foi eu dizer que o Brasil deveria ser ateu. E criticado com razão. Não há o menor indício de que o Brasil tenha vocação para isso.  Mas o ateísmo filosófico moderno, que tem a ver com a experiência do mundo moderno que vimos vivendo, não pode ser simplesmente negado. Eu não acredito na nova religiosidade, e acho que isso é um problema imenso, que tem de ser transposto. O Brasil tem tarefas imensas, e uma virada grande tem de incluir isso [o ateísmo]. Agora, não quer dizer que eu esteja satisfeito com o ateísmo conquistado até aqui. Eu acho que não é satisfatório.»
  • «(…) não me sinto bem com a identificação católica. Tenho uma relação um pouco conflituada com a ideia de religião, uma tendência anti-religiosa. Não é íntima, mas é muito forte. É uma questão de respeito à minha inteligência. Não gosto de ser enganado, não gosto de ver as pessoas serem enganadas, cresci numa casa em que todo o mundo ia para a Igreja…»