14 de Julho, 2004 Mariana de Oliveira
Passou a procissão II
As criancinhas são sempre arrastadas para estes eventos. Por sorte, muitas delas vêem a máscara como uma espécie de Carnaval… Outras, chateiam-se, choram, cansam-se, apanham muito calor de tarde e frio à noite. Resultado: uma ida ao hospital pediátrico no dia seguinte.
Ainda não consegui encontrar uma explicação para a máscara de D. Dinis. Será por ter atingido a santidade ao casar-se com Isabel?
Até foi uma procissão bastante concorrida. Os tempos de crise assim obrigam… pena é que fique sempre tudo na mesma.

Uma das coisas que mais me impressiona nestas demonstrações de fé é a forma de pagamento das promessas. Por acaso, este ano, não vi muitas pessoas a caminharem de joelhos, apenas duas ou três e uma delas trazia uma criança aos ombros. Repugna que a Igreja Católica nada faça para parar com estas práticas bárbaras que ferem a integridade física não só de quem promete, mas também de outros que são inocentemente arrastados para o sacrifício. 
