Youssef Nadarkhani foi condenado por converter-se ao cristianismo
Um pastor que se converteu do islamismo para o cristianismo foi condenado à pena de morte no Irão por recusar voltar à sua antiga religião. As informações são do jornal britânico “Daily Mail”.
Milhares de pessoas protestaram em Berlim contra a visita de B-16, com o slogan «nenhum poder aos dogmas». Podem ver a reportagem da manifestação aqui, e fotografias aqui. Ratzinger, a cada país europeu que visita, chama multidões que protestam contra a influência indevida que a ICAR tem nas sociedades. Quem se recorda de Wojtyla não pode deixar de reparar que o ambiente em volta do catolicismo está a mudar radicalmente.
[Diário Ateísta/Esquerda Republicana]
Milhares de pessoas protestaram hoje no centro de Berlim contra a visita oficial de Bento XVI e para condenar a doutrina do Vaticano em relação a condutas sexuais, com um desfile em que participaram vários deputados da oposição.
…pois a paixão que o papa sempre disse sentir por ele era afinal uma mentirinha.
O anúncio foi feito na segunda-feira à noite pelo arcebispo André Joseph Leonard, que justificou: “A Igreja deve proteger as crianças”.
João César das Neves (JCN) é um dos raros exemplares de crentes que acreditam na sua Igreja e que julgam que é a única verdadeira e santa.
Na sua beata devoção, JCN vê apenas pequenos delitos, frutos da época, nas atrocidades cometidas ao longo da história do catolicismo romano. Para ele, os crimes violentos não passam de «erros, abusos, conflitos, violências e injustiças».
Omite deliberadamente a evangelização e o extermínio dos índios na América do Sul do mesmo modo que esquece o carácter anti-semita do Novo Testamento e os pogroms, a que não faltaram as bênçãos e a participação activa do clero católico ou os desvarios da contra-reforma. Muito menos lhe ocorre a cumplicidade com Franco, Hitler, Mussolini, Jozef Tiso, Pinochet, Videla, Salazar e outros monstros amigos do papa e da hóstia.
Queixa-se o bem-aventurado beato do exagero com que os próprios católicos execram «a Inquisição, as Cruzadas, o poder temporal do Papado e, agora, a pedofilia» – únicos erros ou abusos que reconhece –, mas cuja crítica considera «descabida e injusta».
A sua homilia de hoje, no DN, «A santa vergonha» é mais uma reprimenda aos que não se conformam com as barbaridades da sua santa Igreja do que às atrocidades de XX séculos. JCN não é capaz de aceitar a responsabilidade de numerosos papas e da Igreja na espoliação dos países pobres, na escravatura e no atraso dos povos que oprimiram.
JCN admite que «muitos católicos se envergonham hoje da gloriosa história da sua fé» mas atribui o facto, não aos desmandos do clero mas aos ataques de que a Igreja tem sido alvo. A inocente !!!!
Na sua intervenção, divulgada também pelo site oficial do Vaticano, o Papa diz que não quer fazer “turismo religioso” ou promover um “show”, nesta viagem de quatro dias, mas promover o desejo de “voltar a ver Deus” para que os católicos ofereçam ao mundo “uma luz de esperança, que é luz que vem de Deus e ajuda a viver”.
“Deve tratar-se do facto de que Deus volte ao nosso horizonte, este Deus que tantas vezes está totalmente ausente, do qual, no entanto, temos tanta necessidade”, indicou.
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