4 de Novembro, 2013 Carlos Esperança
Fascismo islâmico
http://www.news.va/pt/news/
http://www.news.va/pt/news/
Uma menina de quatro anos foi hospitalizada, em estado crítico, depois de ter sido violada por um professor de uma escola religiosa islâmica (madrassa) na localidade de Vehari, no leste do Paquistão, disse fonte policial.
O principal suspeito da agressão foi detido, depois da denúncia apresentada após a violação da menina, identificada como Sumaya, na terça-feira, no primeiro dia em que a criança frequentou a “madrassa”.
Um bebé foi registado no Líbano sem que no registo civil conste a sua religião, facto inédito no país, anunciou o pai de Ghadi Darwich, que considerou o filho “o primeiro bebé nascido livre no Líbano”.
Ghadi Darwich nasceu em 30 de setembro da união civil entre Nidal Darwich, xiita, e Yulud Sukarie, sunita, que em abril foi notícia nos media libaneses por ter sido o primeiro matrimónio civil realizado no Líbano, para além de transpor a tradicional barreira de hostilidade entre as comunidades xiitas e sunitas.
Na Arábia Saudita as mulheres continuam a desafiar os códigos fascistas e misóginos impostos pela demência islâmica.
Na década de 1990 o Grande Mufti proibiu as mulheres de conduzirem, argumentando que era essa a vontade do Profeta. Várias mulheres, arriscando as violentas chibatadas públicas, atrevem-se a conduzir.
Não sei o que mais admirar, se a intransigência esquizofrénica dos grandes e pequenos Muftis ou a capacidade de um condutor de camelos analfabeto para se pronunciar sobre o direito das mulheres a conduzirem veículos de centenas de cavalos.
(Momento de oração no recinto do Metro de Lleida. / H. SIRVENT
O Estado de S.Paulo
Os muçulmanos são cerca de 65% da população da Malásia. Cristãos, budistas e hinduístas são, na maioria, de origem chinesa ou indiana. A Constituição preserva a liberdade de culto, mas diz que “o Islão é a religião do Estado” e determina que o indivíduo etnicamente malaio é muçulmano – abdicar da religião significa abrir mão da condição de malaio. Como o país foi colonizado pelos britânicos, porém, há uma jurisprudência, com base no direito consuetudinário, de que a sharia (lei islâmica) é restrita aos muçulmanos e sua esfera familiar.
Dos 190 civis, 57 eram mulheres, 18 crianças e 14 idosos
Se me dão licença, não, não foi em Marte
por FERREIRA FERNANDES (DN_10_10_2013)
Quatro tipos sobem para o tejadilho do carro, põem-se nus e dançam. Outro filma-os e o vídeo aparece na Net. Calculem o sofrimento horrível do capô, espezinhado pelos brutos.
Felizmente há leis na Arábia Saudita e os energúmenos foram condenados, cada um, a 2000 chibatadas e a dez anos de prisão. Por seu lado, Fayhan al-Ghamdi, predicador islâmico muito popular pelas suas aparições televisivas, andando preocupado com a virgindade da sua filha Lama, de cinco anos, partiu-lhe costelas, esmagou-lhe o crânio, queimou-lhe o ânus e matou-a.
Segundo a notícia da CNN, exames médicos comprovaram o horror no tribunal e Fayhan al-Ghamdi confessou. Não ficamos a saber, porém, se a menina se arrependeu por ter atormentado o pai, único refrigério em toda esta triste história, já que o pobre homem quando predicava insistia nos prémios a que conduz o arrependimento perante Deus. Adiante. O tribunal decidiu: 600 chibatadas e oito anos de prisão.
Não me cabe tentar fazer Direito Comparado, cada povo é um povo e os outros são geralmente estranhos. Mas por mera cultura geral é bom saber que, algures, um capô amolgado vale mais dois anos de prisão e 1400 chibatadas do que uma menina torturada.
O predicador já o devia saber e por isso não praticou as sevícias em cima do carro. Mas, na verdade, não tiro grande conclusão sobre ele, malucos há em todos os lugares.
Já os critérios daqueles tribunais, há muito que os tomei como assunto pessoal.
Gözde Kansu foi demitida por emissora turca por exibir ‘decote exagerado’ (V/ foto), após a reclamação do partido do primeiro-ministro, um «islamita moderado». Imagine-se se fosse radical. A Turquia vai a caminho da sharia.
O Diário de uns ateus é o blogue de uma comunidade de ateus e ateias portugueses fundadores da Associação Ateísta Portuguesa. O primeiro domínio foi o ateismo.net, que deu origem ao Diário Ateísta, um dos primeiros blogues portugueses. Hoje, este é um espaço de divulgação de opinião e comentário pessoal daqueles que aqui colaboram. Todos os textos publicados neste espaço são da exclusiva responsabilidade dos autores e não representam necessariamente as posições da Associação Ateísta Portuguesa.