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Categoria: Religiões

5 de Agosto, 2009 Ricardo Alves

Agência católica ataca ICAR

«Os católicos mudaram várias passagens da Bíblia para adaptá-las às suas próprias ideias, que nenhum estudioso, crente ou não, poderia encontrar nos textos originais. Portanto, são um grupo com expressões e formas religiosas parecidas com as cristãs, mas que tentam fazer-se passar por uma igreja cristã sem sê-lo. Em definitivo, são uma seita, que pretende ter mais e mais adeptos e mais e mais dinheiro deles e, assim, maior influência.»

5 de Agosto, 2009 Carlos Esperança

A fé e a crise

Quando a ciência avança vacila a fé. A lepra cuja cura era um truque favorito de JC não resistiu às sulfamidas, à higiene e aos antibióticos. As epidemias, que rendiam orações e promessas, foram controladas, não pela graça divina, mas pela descoberta das vacinas.

Mas, à medida que a ciência avança, novos problemas nos desafiam e, nos períodos de crise, as religiões florescem. A doença, a fome e a guerra são os alimentos predilectos da fé. A irracionalidade atinge o auge com o desespero, os deuses ganham clientes e os padres  arrecadam esmolas.

Também os bruxos, quiromantes e outros parasitas da desgraça alheia, vêem aumentar a clientela e os honorários. A ciência é recente e ainda não eliminou medos e superstições geneticamente assimilados ao longo dos séculos.

Não sei o que leva os homens e as mulheres a ajoelharem-se perante outros homens que têm o hábito de se vestirem de mulheres, fazerem sinais cabalísticos e borrifarem os clientes com água normal a que chamam benta.

As angústias da vida  e séculos de sujeição estão na origem  desta perda da razão a favor da fé, da quebra da dignidade por submissão ao medo e da troca da posição vertical por genuflexões e rastejamentos.

Quando as pessoas se curarem dos terrores da fé, poderemos construir uma sociedade de homens e mulheres livres, sociedade eternamente adiada, à espera de que as desgraças deixem de bater à porta dos que sofrem e crêem.

3 de Agosto, 2009 Carlos Esperança

Insustentável esquizofrenia religiosa

Muçulmanos em cólera mataram neste sábado seis cristãos e feriram outros dez acusados de blasfémia, após queimarem uma igreja e cerca de 40 casas na cidade de Gojra, no oeste do Paquistão, informaram fontes oficiais.

“Seis cristãos, incluindo uma criança, foram mortos e cerca de dez ficaram feridos neste triste incidente”, disse à AFP o ministro das Minorias, Shahbaz Bhatti.”

Tenho informações de que foram queimados vivos”, lamentou o ministro.

3 de Agosto, 2009 Carlos Esperança

Apoiado

Cidade do Vaticano, 2 ago (EFE).- O papa Bento XVI pediu orações pelos cristãos perseguidos e que sejam reconhecidos seus direitos humanos, igualdade e liberdade religiosa para poder viver e professar livremente a própria fé, informou hoje a “Rádio Vaticano”.

Comentário: Bento 16 deve igualmente interessar-se pelos que são perseguidos pelos católicos. Sem orações.

Em 13 de Maio de 2008 houve uma peregrinação a Fátima contra o ateísmo. Podia ter sido a favor da fé e da superstição.

3 de Agosto, 2009 Carlos Esperança

Com medo dos tribunais

La Stampa, jornal diário italiano, refere hoje que estão a ser estudadas uma série de medidas para evitar processos judiciais e o pagamento de mais indemnizações milionárias no futuro.

A Santa Sé está a estudar os cada vez mais numerosos casos de padres que têm amantes ou filhos. Entre as medidas que estão a ser estudadas encontram-se a possibilidade de dar o apelido do pai aos filhos e de dar a estes a possibilidade de herdarem os bens pessoais do progenitor, assegura hoje o jornal diário La Stampa.

1 de Agosto, 2009 Carlos Esperança

Na última ditadura europeia

54104 pessoas de todos os continentes assinaram a petição “por um reconhecimento ilimitado das decisões do Concílio Vaticano II”, na Internet e em listas de assinaturas.

No entanto, a Congregação para a Doutrina da Fé não esteve disponível para receber a petição e as assinaturas, e assim entrar em diálogo com os(as) iniciadores(as) da petição. Até os esforços de mediação do Núncio Apostólico na Alemanha foram em vão.