8 de Outubro, 2009 Carlos Esperança
O medo do Islão
Editora alemã cancela livro por insultar Islão
O medo do fascismo islâmico é o prenúncio de uma sociedade sem liberdade.
O medo do fascismo islâmico é o prenúncio de uma sociedade sem liberdade.
A jornalista Zineb el Rhazaoui, de 28 anos, não teve tempo sequer de colocar na boca a sanduíche com que pretendia romper em público, junto com um punhado de seguidores, o jejum do Ramadão em Marrocos. No entanto, El Rhazaoui e outros cinco jovens marroquinos serão julgados por não cumprir essa abstinência sagrada para os muçulmanos, segundo anunciou a agência de imprensa marroquina MAP.
Do «El País»
Um evento de gala ocorreu em Gaza. O Hamas foi o patrocinador de um casamento em massa para 450 casais. A maioria dos noivos estava na casa dos 25 aos 30 anos; a maioria das noivas tinham menos de dez anos.
Comentário: Mullah que se preze tem uma criança.
Ienemita de 12 anos é forçada a casar e morre ao dar à luz
(…) o governo deveria lançar uma campanha de conscientização nas áreas rurais para impedir que clérigos realizem contratos de casamento com meninas menores de 17 anos.
Bissau, 21 Fev (Lusa) – Dois dirigentes da comunidade muçulmana da Guiné-Bissau insurgiram-se contra o projecto do parlamento de abolir no país a prática de mutilação genital feminina, considerando tal pretensão uma “afronta ao Islão”.
Comentário: É preciso afrontar o Islão.
Não, não é só na Guiné. É também em Lisboa onde o respeito pelo multiculturalismo descura a vigilância da barbárie. Não nos iludamos, o mesmo deus que condena as mulheres ao pecado original é aquele déspota misógino, cruel e vingativo que se rebola de gozo a ver a mutilação genital feminina sabendo que o prazer sexual fica definitivamente interdito.
Há nesta ignóbil tradição uma mistura de fascismo islâmico e tribalismo africano que a religião patriarcal perpetua e os hábitos tribais exigem.
A criança de três meses que morreu foi vítima de uma tradição e assassinada por uma crença, tendo como carrascos os devotos de uma religião que persegue a liberdade e mata o prazer em nome de um deus que há muito devia estar sob vigilância policial e a alçada do código penal.
Os templos que se erguem são a homenagem subserviente a crenças que um módico de racionalidade e algumas noções de cultura deviam erradicar. Servem aos clérigos para perpetuarem aí os costumes tribais, discriminarem as mulheres e incitarem ao ódio.
Eu sei, todos sabemos que há uma multidão de parasitas que vive à custa destes deuses, que há centenas de imbecis que os promovem e milhões que são obrigados a jejuns e orações, que são intoxicados pelo Corão, a Tora e a Bíblia, que odeiam jacobinos, não urinam virados para Meca, distinguem a água benta da outra ou julgam que deus lhes outorgou as fronteiras das terras que reclamam.
Uma religião não pode estar acima de uma associação e os seus corpos gerentes devem responder pelos crimes que cometem. A vida de uma só criança vale mais do que a de todos os deuses.
Esta vergonhosa violação dos direitos da criança e dos direitos humanos, para além da repugnância que causa, tem consequências graves, físicas e psicológicas, que um país civilizado não pode consentir sob pena de ser cúmplice.
Nota: Este post foi alterado no primeiro parágrafo.
Teerão, 25 Ago (Lusa) – Um dos chefes da oposição no Irão, o reformador Mehdi Karubi, apresentou segunda-feira aos deputados documentos que provam, segundo ele, que manifestantes contra a reeleição do presidente Mahmud Ahmadinejad foram violados na prisão, segundo a agência Mehr.
Condenada por beber cerveja receberá seis golpes com um cana de bambu só quando terminar o mês de jejum do calendário islâmico.
Al-Megrahi, o terrorista preso nos EUA, que colocou a bomba no avião que explodiu em 1988, com 270 passageiros, foi libertado por razões humanitárias e recebido em Tripoli como herói.
Não devemos condenar os muçulmanos que o receberam em apoteose mas não podemos deixar de condenar o Corão que os intoxica.
“A situação em Cabul é desastrosa. Se continuar assim, o Afeganistão pode tornar-se num novo Vietname. Os talibãs não querem que o país saia do estado de atraso em que se encontra”.
O Diário de uns ateus é o blogue de uma comunidade de ateus e ateias portugueses fundadores da Associação Ateísta Portuguesa. O primeiro domínio foi o ateismo.net, que deu origem ao Diário Ateísta, um dos primeiros blogues portugueses. Hoje, este é um espaço de divulgação de opinião e comentário pessoal daqueles que aqui colaboram. Todos os textos publicados neste espaço são da exclusiva responsabilidade dos autores e não representam necessariamente as posições da Associação Ateísta Portuguesa.