12 de Junho, 2009 Carlos Esperança
Crianças proibidas de ajudar à missa?
DIA MUNDIAL CONTRA O TRABALHO INFANTIL
DIA MUNDIAL CONTRA O TRABALHO INFANTIL
Para celebrar as Bodas de Ouro da chegada das Irmãs Hospitaleiras do Sagrado Coração de Jesus às terras de Condeixa.
Pergunta: Este santuário ficará longe de Nossa Senhora do Trapézio?
Terços feitos de rolhas, rosários feitos de clips. A imaginação da pequenada deixou ontem marca no recinto da Cova da Iria (Fátima) que acolheu, de manhã, mais de 250 mil peregrinos, segundo contas do Santuário. Um coração gigante, ao fundo das escadarias, encheu-se de oferendas dos mais novos que ali chegaram de todo os pontos do País. “É mais gente agora que no último 13 de Maio”, informou ao DN fonte do santuário, garantindo: “esta tradicional Peregrinação Anual das Crianças bateu recordes”.
Comentário: As crianças são facilmente influenciáveis.
Teerão, 11 jun (EFE).- Mir Hussein Moussavi, candidato independente pró-reformista à Presidência iraniana, pediu ao líder supremo da Revolução Iraniana, aiatolá Ali Khamenei, para que adote as medidas necessárias para garantir que as eleições presidenciais marcadas para amanhã no Irão sejam limpas.
Comentário; O clero não respeita a vontade das pessoas, impõe a vontade de deus, seja lá isso o que for.
O papa Bento XVI disse hoje que a autoridade e a razão nunca se podem contradizer e que tanto uma quanto a outra provêm da mesma fonte: a sabedoria divina.
Comentário: Quando condena o preservativo, na prevenção da Sida, falta-lhe autoridade ou razão?
O Santuário de Fátima vai encher-se de crianças para Peregrinação Anual das Crianças, que decorre esta Terça e Quarta-feira. O encontro é subordinado ao tema «Quero ter um coração bonito» e as cerimónias irão evocar o 100º aniversário do nascimento de Francisco Marto, beatificado em 13 de Maio de 2000 pelo Papa João Paulo II, e durante a peregrinação será apresentado o seu exemplo de vida às crianças de todo o mundo, como modelo a seguir.
COMENTÁRIO: Será legítimo abusar da boa fé das crianças com os milagres?
As ideologias de separação mostraram ser formas erradas de pensar a missão da Igreja em áreas como a justiça e a paz. A participação das Igrejas na vida social da Europa foi explicada pelo Cardeal Péter Erdõ, Arcebispo de budapeste e Presidente do Conselho das Conferências Episcopais da Europa, que decorre em Zagreb, na Croácia.
Por
Carpinteiro
Na realidade este é um truque usado desde há muito, por professores em inicio de carreira [darem aulas de religião, nomeados pelos bispos] para ganharem tempo de serviço. Para o clero é óptimo pois mostra aos neófitos as vantagens em defender os interesses da Igreja, e “estar do lado certo”, como eles tanto gostam de afirmar. Os professores beneficiários da falcatrua, agradecem.
Há muitos professores que não conseguindo arranjar colocação no grupo a que pertencem, dão aulas de Religião e Moral para arranjarem tempo de serviço e ultrapassarem assim colegas do mesmo grupo e curso. Isto é sobejamente conhecido. Quem está disposto a servir os interesses do clero safa-se quem não tem ligações ao poder religioso vê os amigos do clero tirar-lhe o lugar e passar-lhe à frente. E nós é que pagamos esta pouca vergonha.
Se o clero quer dar aulas de Religião, deverá custear as despesas e não sobrecarregar o Estado e por conseguinte todos os contribuintes, sejam eles crentes ou ateus. É assim a “Democracia Católica”. Dir-me-ão que está na concordata, – mas eu não votei nenhuma concordata para que os meus impostos fossem custear propagada do poder religioso dominante.
É precisamente por estas e muitas outras vergonhas que eu concordo com o Carlos quando escreve que é preciso travar de algum modo a exuberância da Igreja Católica, que em vez de se preocupar com as almas passa o tempo a condicionar as consciências dos cidadão e da sociedade e a pressionar de forma abusiva o poder politico, ao ponto de este se tornar refém do poder religioso.
Nunca a Igreja Católica teve a coragem de dizer aos portugueses, em quanto ficam aos cofres do estado os professores que administram aulas de Religião, colocados sem concurso algum, pela Igreja, no ensino oficial. Desde vencimentos a reformas os números são enormes. Estas “aulas” deveriam ser dadas nos templos como sucede com as restantes confissões religiosas. É portanto um abuso a que os cidadãos deveriam pôr cobro já que o poder político não tem coragem para o fazer. Há directores de turma que são” amavelmente pressionados” para no acto das matrículas, influenciarem os pais a inscreverem os filhos na disciplina de Religião e Moral.
Que o clero queira ensinar como verdadeiras, fábulas de serpentes e mulas que falam, pombas inseminadoras e outras extravagâncias, está no seu direito; que nos façam pagar essas anedotices é que já é o cúmulo e um abuso. Segundo o livro «Em nome de deus», em 1970 o império económico do Vaticano rondava os, “13 biliões de dólares” – como têm coragem para fazer pagar a um povo que está na miséria, as aulas de religião?
Mais grave ainda é que a nota de Religião e Moral, não é qualitativa (bom, satisfaz etc.) mas quantitativa (1,2,3,4,5) contando para a aprovação ou retenção do aluno, o que prejudica de forma desonesta e injusta os alunos que não frequentam a disciplina.
* Título da responsabilidade do Diário Ateísta
“Não existe qualquer ilegalidade ou tratamento discriminatório“, sustenta o Ministério da Educação a propósito do novo estatuto dos docentes de Educação Moral e Religião Católica.
Nota: Os professores de Educação Moral (?) não estão sujeitos a concursos públicos. E o tempo de serviço serve para ultrapassarem colegas mais classificados que não conseguem colocação.
O Diário de uns ateus é o blogue de uma comunidade de ateus e ateias portugueses fundadores da Associação Ateísta Portuguesa. O primeiro domínio foi o ateismo.net, que deu origem ao Diário Ateísta, um dos primeiros blogues portugueses. Hoje, este é um espaço de divulgação de opinião e comentário pessoal daqueles que aqui colaboram. Todos os textos publicados neste espaço são da exclusiva responsabilidade dos autores e não representam necessariamente as posições da Associação Ateísta Portuguesa.