
O islamismo é inimigo da liberdade e da vida.
Para defender os islamitas e os outros há um combate a travar.
A luta contra o islamismo é uma urgência.
Escatologia muçulmana é definitiva para atrair novos soldados para a “jihad final”
por
Jarbas Aragão
Estado Islâmico quer o “apocalipse”, afirma especialista
De acordo com o renomado especialista em contraterrorismo Sebastian Gorka, o Estado Islâmico nunca escondeu suas intenções de acelerar a chagada do fim do mundo. Seguindo a tradição islâmica, eles pretendem provocar a “jihad final”. Seu objetivo apocalíptico estava claro desde a fundação, como revela o verdadeiro nome do grupo terrorista.
Religiosos pedem até tortura contra saudita que citou Alcorão para questionar regras 3
The New York Times Ben Hubbard
Em Jedá (Arábia Saudita) 13/07/201606h00
Durante a maior parte de sua vida adulta, Ahmed Qassim Al Ghamdi trabalhou na força religiosa barbada da Arábia Saudita. Ele foi um funcionário dedicado da Comissão para Promoção da Virtude e Prevenção do Vício –conhecida no exterior como polícia religiosa–, servindo nas linhas de frente que protegem o reino islâmico da ocidentalização, do secularismo e de qualquer coisa que não sejam as mais conservadoras práticas islâmicas.
Arcebispo obrigado a despedir-se por escândalo de pedofilia
REUTERS/TONY GENTILE
Resignação foi aceite pelo Papa Francisco. Dom Aldo é acusado de esconder abusos sexuais cometidos pelos padres da sua diocese
O Vaticano anunciou esta quarta-feira que o Papa Francisco aceitou a resignação do arcebispo brasileiro Aldo Di Cillo Pagotto, da Arquidiocese da Paraíba, Brasil, acusado de encobrir casos de pedofilia cometidos por membros da sua diocese.
Um país de mais de 7 mil ilhas de insânia e catolicismo primitivo
O insólito acentua-se e a democracia não o impede. Rodrigo Duterte, o novo presidente das Filipinas, tomou posse e, numa das primeiras declarações, incita o povo a matar os toxicodependentes. A sanidade mental deixou de ser obrigatória para o cargo.
Aos 71 anos, o déspota chegou à presidência do país, de 100 milhões de habitantes, com a promessa de ser ‘ditador’ e ‘chacinar os maus’, se necessário com execuções sumárias e esquadrões da morte. O implacável delinquente afirmou na campanha: «As funerárias vão ficar repletas». «Eu levo os cadáveres».
Deve à frequência de colégios católicos a esmerada formação cultural, mas as violações de que foi vítima, por um padre pedófilo americano, marcaram seguramente o carácter violento que é seu apanágio desde a juventude.
Rodrigo Duterte foi acusado de ter conduzido, durante mais de 20 anos, uma campanha de execuções extrajudiciais, quando presidente da cidade Davao e prometeu aplicar em Manila a sanguinária gestão autárquica.
As razões que o teriam levado à cadeia, num país civilizado, por incitamento ao crime, garantiram-lhe a eleição numa república presidencialista de um país medieval.
Organizações de direitos humanos responsabilizam Duterte por mais de 1700 execuções sumárias, enquanto autarca. Quantas serão no mandato de seis anos que ora inicia com o apelo ao povo para exterminar os toxicodependentes? O fascismo mostra a sua face num país onde os jovens se fazem crucificar em manifestação de fé.
O insólito acentua-se e a democracia não o impede. Rodrigo Duterte, o novo presidente das Filipinas, tomou posse e, numa das primeiras declarações, incita o povo a matar os toxicodependentes. A sanidade mental deixou de ser obrigatória para o cargo.
O déspota conquistou, aos 71 anos, a presidência do país de 100 milhões de habitantes, com a promessa de ser ‘ditador’ e ‘chacinar os maus’, se necessário com execuções sumárias e esquadrões da morte.
Deve à frequência de colégios católicos a esmerada formação cultural, mas a violação, por um padre pedófilo americano, talvez tenha contribuído para o carácter violento que é seu apanágio desde a juventude.
Rodrigo Duterte era acusado de ter conduzido, durante mais de 20 anos, uma campanha de execuções extrajudiciais, como presidente da cidade Davao e prometeu, de facto, aplicar em Manila a sanguinária gestão autárquica. «As funerárias vão ficar repletas. Eu levo os cadáveres» – garantiu na campanha o implacável assassino.
As razões que o teriam levado à cadeia, num país civilizado, por incitamento ao crime, garantiram-lhe a eleição numa república presidencialista.
Organizações de direitos humanos responsabilizam Duterte por mais de 1700 execuções sumárias, enquanto autarca. Quantas serão efetuadas no mandato de seis anos que inicia com o apelo ao povo para exterminar os toxicodependentes? O fascismo católico mostra aqui a sua expressão no país onde os jovens se fazem crucificar em manifestação de fé. 
O Diário de uns ateus é o blogue de uma comunidade de ateus e ateias portugueses fundadores da Associação Ateísta Portuguesa. O primeiro domínio foi o ateismo.net, que deu origem ao Diário Ateísta, um dos primeiros blogues portugueses. Hoje, este é um espaço de divulgação de opinião e comentário pessoal daqueles que aqui colaboram. Todos os textos publicados neste espaço são da exclusiva responsabilidade dos autores e não representam necessariamente as posições da Associação Ateísta Portuguesa.