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Categoria: Religiões

24 de Junho, 2016 Carlos Esperança

Sadiq Kan

O novo mayor de Londres, onde vi “a vitória de um islamita progressista e democrata contra o islão ignorante, reacionário e intolerante”, deixa-me inquieto com a ameaça da proibição de anúncios com mulheres em biquíni, nos transportes públicos.

Sei que a publicidade choca para atrair a atenção e que não são apenas os muçulmanos que se sentem ofendidos com os anúncios públicos que exploram o corpo feminino, mas um islamita que sabe quanto a sua religião é pouco recomendável, não pode fazer coro com os queixosos do costume.

É sabido que o Deus de Moisés é misógino, mas de todos os monoteísmos o mais implacável e demente, na atualidade, é o islamismo.

Quando Deus odeia o corpo da mulher, cabe ao homem escolher entre um e outra.

23 de Junho, 2016 Carlos Esperança

Demência islâmica no país de todo o terrorismo

Jovens são presos na Arábia Saudita por aparência incompatível com o Islão
Jovens usavam cortes de cabelo ‘estranhos’ e roupas curtas ‘sem pudor’.
Prisões ocorreram em Meca durante o mês sagrado do Ramadã.
Da AFP

Segundo o site de informação Sabq, estas prisões foram feitas durante uma campanha realizada na cidade sagrada do islamismo, ao leste da Arábia Saudita, durante o Ramadã, o mês de jejum muçulmano que começou no dia 6 de junho.

21 de Junho, 2016 Carlos Esperança

O negócio dos milagres

Anjos levaram a casa de Maria de Nazareth a Loreto: única tese que resiste à crítica científica

Translação da Santa Casa de Loreto.

Luis Dufaur

Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs

Numa conferência promovida pelo Centro Cultural “Amici del Timone” de Staggia Senese, Itália, sobre “A santa Casa. História da incrível translação angélica da Casa de Maria de Nazareth a Loreto”, se desenvolveu ainda mais um tema que interroga à engenharia.

19 de Junho, 2016 Carlos Esperança

Olha a novidade!!!

Turcos na Alemanha

Seguem mais o islamismo e menos as leis do país.

Quase metade dos cidadãos turcos residentes na Alemanha considera mais importante seguir os procedimentos islâmicos do que as leis do país, segundo uma sondagem apresentada hoje em Berlim e integrada num estudo da Universidade alemã de Münster (oeste).

19 de Junho, 2016 Carlos Esperança

Notícias da indústria pia

Os milagres saíram à casa

«Na próxima segunda-feira, o papa Francisco presidirá o Consistório Ordinário Público deste ano, no Palácio Apostólico, no Vaticano, onde irá proclamar cinco novos santos. Entre os beatos que serão canonizados estão um bispo, uma freira carmelita, dois sacerdotes e um mártir.»

 
16 de Junho, 2016 Carlos Esperança

O Islão e o terrorismo_2

«Com a verdade me enganas» (Adágio popular) – A natureza dos crimes

A imagem que aqui fica, vi-a publicada por alguém que considero e, por respeito, não refiro. É uma forma de branqueamento do carácter criminoso do Islão e a perigosa fuga à censura de crimes religiosos. É, em última análise, uma mentira, piedosa ou inocente, igualmente perversa, que esconde o problema que a civilização e a democracia têm com o islamismo. E os factos referidos são verdadeiros, para melhor nos enganarem.

É fácil distinguir um crime de natureza religiosa do crime comum. Se uma pessoa mata para roubar, é irrelevante a religião, mas se o faz por motivos políticos ou religiosos, é pertinente conhecer a ideologia política ou a religião professada e até o grau de conexão entre ambas.

As Cruzadas e os Autos de Fé foram crimes católicos, organizados ou admitidos por papas e executados por crentes, tal como a jihad é uma sucessão de crimes islâmicos, perpetrados por muçulmanos e instigados nas mesquitas por pregadores do Islão.

É questionável que os homicídios de médicos e enfermeiros nos ataques a clínicas onde se praticava a IVG, possam ser considerados de natureza cristã porque o protestantismo evangélico, EUA, por menos recomendável que seja, não defende esse tipo de atuação, mas a referência à religião tem todo o sentido porque os crimes foram motivados pelas crenças religiosas dos autores, na defesa da vontade do seu Deus.

Queimar um templo pode ser ou não um crime religioso, praticado por um pirómano ou por um adepto de uma religião concorrente, mas a última igreja incendiada no Iémen foi um crime islâmico, corolário de sucessivas perseguições aos cristãos por muçulmanos, numa atitude simétrica às Cruzadas medievais da cristandade.

Podia escrever sobre cada pogrom ou auto de fé, crimes católicos, mas esses, graças à repressão política sobre o clero, foram erradicados há muito.

É intolerável insistir na culpa dos invasores do Iraque, por mais vis que tivessem sido, e foram, quando a loucura islâmica, sistemática e incansavelmente, se esforça por destruir a civilização e submeter o mundo ao mais implacável e obsoleto monoteísmo, sob pena da nossa renúncia e traição aos direitos humanos consagrados na Declaração Universal.

O assassinato de um oficial de polícia francês e da sua mulher, na última segunda-feira, à facada, foi mais uma macabra metáfora da demência islâmica, por um devoto crente.

terrorista_americano

15 de Junho, 2016 Carlos Esperança

O Islão e o terrorismo

Seria injusto e perigoso ver nos crentes, em todos os crentes, por mais idiotas que sejam as crenças, um grupo de terroristas. Aliás, há no Corão e na Suna, afirmações para todas as interpretações, que dizem uma coisa e o contrário, como se compreende de uma cópia grosseira do judaísmo e do cristianismo, registada por um beduíno analfabeto.

O que não se aceita é a benevolência com homilias que apelam ao ódio e a intoxicação que os catequistas fazem. O que reclama combate, como aconteceu no cristianismo, é o proselitismo e valores defendidos, em madraças e mesquitas, por pregadores exaltados.

A defesa da escravatura e pena de morte, por sodomia, homossexualidade, trabalho ao sábado e adultério feminino, por exemplo, constam do Antigo Testamento, e foi preciso submeter a palavra de Deus ao escrutínio sábio dos homens, para impedir tais crimes.

Ninguém acredita que os nazis fossem todos pérfidos, que a demência lhes viesse de um livrinho escrito por um pintor de tabuletas e, no entanto, o nazismo incentivou as mais vis atrocidades e deu origem à mais sangrenta de todas as guerras.

Quem acredita no ‘misericordioso’ beduíno que desposou uma menina de seis anos e consumou o casamento quando ela tinha nove, tem direito a fazer jejum e abstinência, a recusar a carne de porco, rezar cinco orações diárias, dar esmolas e fazer uma excursão a Meca, mas não lhe podem ser consentidas a poligamia, a discriminação da mulher e a decapitação de infiéis ou a lapidação de adúlteras, nem deixar à solta pregadores de tão iníquos ensinamentos.

O fascismo islâmico é responsável pelo terrorismo que os preconceitos pios incentivam. A tragédia de Orlando, EUA, levada a cabo por um crente alienado pelo Corão, cujo pai diz que cabe a Deus julgar os homossexuais, no fundo são culpáveis, é de uma violência sectária e gratuita que abala os alicerces da civilização.

Tal como o nazismo ou outro totalitarismo, político ou religioso, o islamismo deve ser combatido, até para defesa dos muçulmanos e dos que o não são. A escola pública e a laicidade do Estado têm de ser a base de um combate urgente que ao multiculturalismo sobreponha o cosmopolitismo, à tradição a razão e à barbárie a civilização.

Na Europa, hoje, já é tarde para começar a pedagogia e o combate, que deviam estar em curso, para prevenir o terrorismo e reiterar a supremacia dos direitos humanos sobre quaisquer crenças particulares.

14 de Junho, 2016 Carlos Esperança

Superstição

Papa manda devolver doação por causa do “número da besta”

REUTERS/TONY GENTILE

O governo argentino doou 16 milhões e 666 mil pesos à Fundação Scholas Occurrentes. Francisco deu ordem para devolver

Os responsáveis pela Fundação Scholas Occurrentes escreveram uma carta ao governo argentino a agradecer a doação de 16 milhões e 666 mil pesos (cerca de um milhão de euros), mas a recusá-la. Organização Internacional de Direito Pontifício, a fundação foi aprovada e apoiada pelo Papa Francisco em 2013, o qual ordenou agora a devolução do dinheiro.