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Categoria: Religiões

19 de Setembro, 2013 Carlos Esperança

Concurso de beleza islâmico

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Nigeriana de 21 anos ganha “Miss Muçulmana”

19 | 09 | 2013 13.30H

Uma nigeriana de 21 anos ganhou o concurso ‘Miss Muçulmana’, realizado na capital da Indonésia e no qual as 20 participantes tinham que usar véu islâmico, disseram hoje os organizadores.

Obabiyi Aishah Ahibola, com um vestido e um véu em tons amarelos, foi coroada no final do concurso para muçulmanas, que decorreu num centro comercial de Jacarta, com participantes de seis países.

O júri considerou que a nigeriana era a mais bonita e a mais capaz de ler o Alcorão em árabe, entre as 14 finalistas indonésias e as restantes do Irão, Malásia, Brunei e Bangladesh.

18 de Setembro, 2013 Carlos Esperança

Exposição de um cidadão ao PR, AR e grupos parlamentares

Imoralidades

Santuário de Fátima escapa a multa por obras ilegais no Centro Pastoral Paulo VI

(O projecto está a ser elaborado pela autarquia em conjunto com responsáveis do Santuário de Fátima.)!!!!!!!!!!!!!!!!

http://www.omirante.pt/noticia.asp?idEdicao=54&id=64521&idSeccao=479&Action=noticia#.Ujm5ztKsg6Y
Excelências
Exmas. Senhoras e Senhores

Enquanto Portugal empobrece e definha e os portugueses são altamente sacrificados e forçados a engrossar a legião dos despedidos e dos que estendem a mão à caridade são fechados os olhos a ilegalidades e concedidos privilégios ofensivos e ultrajantes à poderosa e rica Igreja Católica Apostólica Romana que envergonham os portugueses independentemente da confissão religiosa que professam.

São ofensivas, ultrajantes e imorais as isenções de IMI sobre o património da Igreja Católica Apostólica Romana bem como do imposto sobre os seus milionários rendimentos, que representando muitos milhões de euros e deveriam dar entrada nos cofres do Estado.

Se há coragem para sacrificar quem já nada tem e idosos que trabalharam uma vida, muitos desde crianças, será cobardia e ou medo não denunciar a Concordata.

Apresento a vossas Excelências,
a expressão da minha alta consideração
Manuel Peñascoso

17 de Setembro, 2013 Carlos Esperança

Quem se admira?

IGREJA NA ALEMANHA RECONHECE QUE EXPLOROU CERCA DE SEIS MIL DEPORTADOS DURANTE O NAZISMO

A Igreja Católica alemã empregou durante o nazismo cerca de seis mil “trabalhadores forçados”, sendo a maioria proveniente da Polônia e das repúblicas da ex-União Soviética.

É o que revela um documento de mais de 700 páginas que o ex-presidente da Conferência episcopal alemã, Cardeal Karl Lehmann, apresentará oficialmente em 4 de abril em Mogúncia.

Ontem, a Igreja alemã antecipou que, entre 1939 e 1945, foram utilizados como escravos 4.829 deportados de países do leste europeu e 1.075 prisioneiros de guerra.

16 de Setembro, 2013 Carlos Esperança

Não há dever de reciprocidade?

O primeiro-ministro esloveno, o social-democrata Alenka Bratušek, lançou ontem a primeira pedra da primeira mesquita do país, em Liubliana, na presença de um ministro do Catar, país onde abandonar o islamismo é considerado apostasia e quem se converta ao cristianismo enfrenta perseguição severa.

Que a construção de uma mesquita é «uma vitória simbólica sobre todas as formas de intolerância religiosa» – como declarou o PM anfitrião –, é uma evidência irrefutável.

Mas será legítimo erigir mesquitas em países democráticos se no Catar a plena liberdade religiosa só existe para o totalitarismo islâmico?

Quando o Papa católico puder batizar um cristão na catedral do Bagdad, o grande rabino de Jerusalém orar na sinagoga de Cabul, o Patriarca da Igreja Ortodoxa Grega pregar em Rabat, o arcebispo de Cantuária oficiar no Bahrein, o bispo da IURD comprar um terreno no Azerbaijão, para expandir o negócio, e uma associação de ateus, céticos, agnósticos e racionalistas for legal no Iémen ou na Arábia Saudita, então poderão nascer mesquitas e madraças nos países onde o pluralismo religioso, político e filosófico são apanágio das democracias.

Que vitória sobre a intolerância seria ver um pagode em honra de Buda, em Omã, ou um templo hindu, dedicado a Vixnu, na Somália!

Até lá, encaro com apreensão a complacência com o multiculturalismo, sobretudo com o Islão, que promove a guerra aos infiéis, lapida mulheres adúlteras, decapita apóstatas e recusa respeitar a Declaração Universal dos Direitos do Homem.

15 de Setembro, 2013 Carlos Esperança

A tradição, a fé e o crime

Enquanto no Iémen as autoridades averiguam sem entusiasmo a morte de Rawan, uma menina de 8 anos, possivelmente por ferimentos sofridos na primeira noite do seu casamento com um homem de cerca de 40 anos, crimes desta natureza não passam de danos colaterais da vontade do misericordioso profeta Maomé que, entre as 16 esposas, geralmente viúvas, desposou Aisha, menina de 6 anos, cujo casamento concretizou aos 9.

Como o analfabeto pastor de camelos é o homem mais perfeito para o maior número de pessoas do planeta, a idade de Aisha continua a ser a bitola que permite aos pais a venda das filhas para fins matrimoniais.

Nas sociedades sujeitas ao cristianismo, o fim da aberração, que o Antigo Testamento permite, não encontrou eco no direito canónico, mas no código civil, de natureza laica, frequentemente em confronto com a Igreja.

Invocar a cultura ou a tradição para absolver a perpetuação de iniquidades, geralmente contra as mulheres, é um crime oculto sob o álibi da tolerância e do multiculturalismo.

O silêncio dos países civilizados, com a voz embargada pelo petróleo, é uma vergonha que os torna cúmplices da barbárie.

15 de Setembro, 2013 Carlos Esperança

Gostos pios

Fundão Padre admite que se deitava com alunos

O ex-vice reitor do Seminário do Fundão, acusado em tribunal de abusos sexuais, nega qualquer crime, mas admite que se deitava com os seminaristas na cama, garantindo, no entanto, que não fazia mais do que as mães e os pais fazem aos filhos, escreve o Jornal de Notícias.

13 de Setembro, 2013 Carlos Esperança

O proselitismo é mesmo assim

Jihadistas são acusados de forçar conversão de cristão com arma

Os habitantes que fugiram da localidade cristã síria de Maaloula acusaram os jihadistas que a tomaram de terem obrigado um deles a se converter ao islamismo sob a mira de uma pistola.

“Eles chegaram à nossa cidade na manhã da última quarta-feira e gritaram: ‘Nós somos a frente Al-Nosra'”, contou uma mulher na terça-feira, em Damasco, depois de participar do funeral de três milicianos cristãos favoráveis ao regime, que foram mortos durante os combates entre os rebeldes e o Exército.