24 de Março, 2013 Carlos Esperança
O Papa dos pobres…
O PAPA DOS POBRES…
Por
João Pedro Moura
O papa Chico parece que se inclinou para o apostolado dos pobres…
Matéria esta que nem é original, na Igreja, mas se avigorou com o novo papa…
Os pobres para aqui… e os pobres para acolá… parece ser o lema dele…
Quanto às causas da pobreza… ainda não disse nada…
… Nada de novo, também, nessa matéria, quanto à essência do discurso eclesiástico e papal… diferentemente de Francisco de Assis, antigo boémio medieval, que, nos primórdios do séc. XIII, com 20 e poucos anos, na Praça de Santa Maria, em Assis, se despojou das roupas e das riquezas, ante o seu pai, o bispo e demais assistentes, e partiu nu para junto dos pobres…
Uma frase que Francisco de Assis ouviu numa missa, serviu de chamamento à sua mudança de vida:
Mateus 10:7-10
“E, indo, pregai, dizendo: É chegado o reino dos céus.
Curai os enfermos, limpai os leprosos, ressuscitai os mortos, expulsai os demónios; de graça recebestes, de graça dai.
Não possuais ouro, nem prata, nem cobre, em vossos cintos,
Nem alforges para o caminho, nem duas túnicas, nem alparcas, nem bordão; porque digno é o operário do seu alimento. “
Mas isso já passou…
Esta nova palhaçada papal, “os pobres”, veio para ficar e vai fazer carreira, porque não falta matéria-prima que a alimente…
Prevejo um revigoramento da figura papal, personificada no Chico esperto do Bergoglio, que encontrou um bom e sensível filão para cativar apoios e esconjurar velhas, repetitivas e corrosivas malevolências, decerto que inspiradas pelo Maligno…
Entretanto, vejamos as imagens, que ilustram este artigo, dalguns “pobres”, comodamente sentados na Praça de S. Pedro, assistindo à pomposa cerimónia do início do pontificado do “papa dos pobres”…





En el libro Iglesia y dictadura, editado en 1986 cuando Bergoglio no era conocido fuera del mundo eclesiástico, Emilio Mignone (un católico al quien la dictadura le secuestró y desapareció una hija) ejemplificó con el caso de Bergoglio “la siniestra complicidad” con los militares, que “se encargaron de cumplir la tarea sucia de limpiar el patio interior de la Iglesia, con la aquiescencia de los prelados”