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3 de Fevereiro, 2012 Carlos Esperança

Não acredita mas vive disso

Uma benção do papa Bento XVI expulsou o demônio de dois homens que gritavam durante uma audiência geral na Praça São Pedro em 2009, afirmou um importante exorcista católico em um livro que será lançado em breve.

Trechos do livro de Gabriele Amorth, um famoso exorcista da diocese de Roma que já escreveu dois livros sobre tratamentos de aflições demoníacas, foram publicados na revista Panorama nesta quinta-feira. O Vaticano negou que o Papa tenha feito exorcismo nos homens.

Leia mais e aprenda a exorcizar…

3 de Fevereiro, 2012 Luís Grave Rodrigues

Deus

2 de Fevereiro, 2012 Carlos Esperança

Corrupção no Vaticano sem emenda

Arcebispo que promoveu cortes no Vaticano denuncia corrupção

O arcebispo Carlo Maria Vigano, secretário-geral do Vaticano até 2011, denunciou no ano passado, em cartas enviadas ao papa Bento XVI, a “corrupção” e a desordem observadas na administração do menor Estado do mundo, informaram nesta quarta-feira meios de comunicação italianos. O Papa nomeou Vigano como núncio apostólico nos Estados Unidos em agosto de 2011, uma promoção interpretada como um castigo para o prelado, conhecido pelo rigor na gestão do Vaticano durante dois anos.

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2 de Fevereiro, 2012 Carlos Esperança

Segredos do bairro do Vaticano

Nesta lista você não irá encontrar teorias sobre a ressurreição de Jesus, nenhuma informação sobre os evangelhos apócrifos ou sobre Maria Madalena. No entanto, o site Neatorama revelou cinco segredos sobre o Vaticano, cidade com pouco mais de mil habitantes, mas que tem uma complexa rotina e que, mesmo na atualidade, ainda é cercada de mistérios.

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2 de Fevereiro, 2012 Abraão Loureiro

Vade retro, satanás!

A difusão da prática do exorcismo na América portuguesa foi favorecida pelos rituais indígenas e africanos e pela precariedade da medicina colonial

Márcia Moisés Ribeiro

17/9/2007

Retirado do site: revistadehistoria.com.br/secao/artigos/vade-retro-satanas

 

Nem sempre o diabo teve patas de bode, chifres, rabo e cheiro de enxofre. Antes abstrato e teológico, foi durante o Renascimento que ele ganhou forma nas paredes e capitéis das igrejas. O medo do diabo foi então se alastrando pelo Ocidente de uma forma jamais vista, e a partir do século XVI uma verdadeira obsessão satânica tomou conta do imaginário europeu, com um impressionante conjunto de imagens do inferno e seus horrores invadindo a Europa. Ao mesmo tempo, a cultura escrita difundia o medo do demônio tanto nas publicações populares quanto nas obras eruditas. Assim, mascates, ambulantes e afamados mágicos negociavam folhetos e brochuras ensinando como fugir das armadilhas diabólicas, enquanto teólogos e doutores da Igreja se dedicavam aos inúmeros tratados de demonologia escritos a partir dessa época.

Essa vasta literatura dedicada aos poderes diabólicos ganha impulso com os surtos de possessão demoníaca coletiva que se tornaram famosos pelo continente, principalmente na França e na Inglaterra do século XVII. Tais obras mostravam o diabo como capaz de alterar o curso dos céus e realizar tudo o mais que pudesse perturbar o natural andamento do cotidiano. Por meio dos feiticeiros – seus grandes aliados –, podia matar o gado e lançar-lhes doenças, tornar estéreis campos que antes eram férteis e ainda destruir as colheitas. Dado o imenso poder que lhe era atribuído, muitos o chamavam de “príncipe deste mundo”. Além da intervenção no curso da natureza, a ação diabólica atingia o corpo e a alma dos homens, fazendo dos sãos pessoas doentes, e dos lúcidos, espíritos imundos e perturbados.

A Igreja católica sempre ofereceu armas celestiais contra o diabo, porém foi durante a onda de satanismo do Renascimento que os meios de combate, especialmente os exorcismos, ganharam destaque. Sua origem perde-se na noite dos tempos, e diversos povos da antiguidade já se valiam desses ritos para expulsar espíritos considerados malignos. Dentre as armas desenvolvidas pela Igreja católica contra o demônio estavam as orações, o culto aos santos, as imagens miraculosas, as relíquias, a água benta e sobretudo os exorcismos, considerados o meio mais eficaz de combatê-lo.

1 de Fevereiro, 2012 Carlos Esperança

O pecado original

Por

C. F. – Leitor do Diário Ateísta

Esta iluminura medieval mostra Adão e Eva a sair do Paraíso.
Estão muito incomodados!

Adão aponta para Eva, a acusá-la da culpa. Vejam a cara da Eva, muito envergonhada! Mas ela pouca culpa teve, foi o diabo e o deus que a enganaram de forma muito cruel… O que podia fazer uma inocente mulher que nem sabia o que era sexo?

É claro, depararam com algum anjo. Não acredito que estejam a falar com o próprio deus, já que este os tinha repudiado momentos antes.
Eles conseguem, apesar de muito inexperientes, tapar as vergonhas com as parras.

Eva, essa, só tem de tapar a sua vagina, porque praticamente não tem seios e o traseiro também é muito escorrido, não é muito atraente. Ao menos que a vagina seja bonita… Ela é a mãe da humanidade, caramba!

Bem. Afinal não têm de se preocupar. Ao sair do Paraíso nunca mais tiveram que falar mais com deus e com o pessoal do Céu. Pelo menos durante mais nove meses não existiu mais gente na Terra. Até ao dois anos de idade do primeiro filho também não tiveram de se preocupar. Puderam andar à vontade, todos nus…

E a vantagem de poderem ter sexo, finalmente, compensou as dores de não viverem no Paraíso, onde isso, estupidamente, e por crueldade de deus, não era possível…

 

 

30 de Janeiro, 2012 Carlos Esperança

Momento zen de segunda_30_01_2012

João César das Neves (JCN) na habitual homilia no DN – O teste definitivo – regressa à obsessão pela família que o papa, os bispos e os padres preconizam, sem experiência na matéria.

JCN tomou a decisão pessoal de não escrever segundo o novo Acordo Ortográfico, uma decisão coerente de quem pensa de acordo com o concílio de Trento, mas não escreve em latim, uma língua mais sagrada e de acordo com a missa e o credo em que acredita.

O pensamento jurássico leva-o a afirmar que, em questões de família, Portugal anda há muito a reboque das posições extremistas do Bloco de Esquerda e que o edifício legal anti família, abusivamente construído pela maioria socialista, mantém-se intocado sem perspetivas de revisão.

JCN range os dentes e atira-se como gato a bofes contra o atual governo, convencido de que a situação anti família se agravou.  Vigora um governo diferente e a situação, não só não melhorou, mas agravou-se – afirma o devoto. Diz que a prática administrativa e financeira aproveita o quadro legal para ir subsidiando o aborto, minando o casamento, prejudicando as famílias numerosas, anulando a liberdade educativa. E denuncia com a incontida raiva de um devoto que foi dada continuidade à cavalgada infame, abrindo-se agora a porta a filhos de mães múltiplas.

JCN manifesta o seu desespero por saber que, nos tempos que correm, não há alterações a esta onda cultural e afirma que os ataques à família ainda crescem imparáveis para o auge e, ao mesmo tempo, regozija-se porque a onda lasciva está mais perto do fim do que parece dado o facto de ter chegado à velhice a geração do amor livre, Woodstock e Maio de 68.

Em tom dramático, com o gozo de quem a julga condenada ao Inferno, profetiza que será a velhice mais longa e solitária de sempre e com uma pesada herança de famílias desfeitas, filhos e netos alheios ou não nascidos, promiscuidade, traição, luxúria, (que) enfrenta agora o teste definitivo.

Com esta de filhos e netos alheios ou não nascidos, sobretudo com a preocupação pelos não nascidos, JCN mostra como convive mal com a sexualidade e como julga serem os exemplos sexuais do clero católico o paradigma que agrada ao seu deus.

NotaPor decisão pessoal, transcrevi as frases de JCN (em itálico) segundo o Novo Acordo Ortográfico.

29 de Janeiro, 2012 José Moreira

As pombas do papa

Ao que parece, duas pombas brancas, “símbolo da paz”, recusaram-se a levantar voo da janela onde Ratzinger perorava, como de costume. As pombas iriam encerrar, simbolicamente, o “mês da paz”, que é o mês de Janeiro. É, também, o mês de os gatos tentarem a procriação, para quem não saiba.

As pombas, ao recusar o “take-off”, mostraram mais inteligência e sentido da realidade do que o patético papa. “Mês da paz”? Paz, onde? Provavelmente no Afeganistão… Talvez no Iraque… Etc. E se as pombas levantassem voo, já haveria paz? Como? Já sabemos que as pombas são aves terríveis, capazes, até, de engravidar mulheres; mas duvido que façam falir as fábricas de armamento.

Espera aí, o rapaz referiu-se à paz “no mundo”. Deve ter copiado a expressão de um livro que diz que Satanás mostrou “todos os reinos do mundo”. Assim, já se compreende: para Ratzinger, o “mundo” resume-se à Praça de S. Pedro.