Abdeslam Laarusi, imã marroquino de uma das maiores mesquitas da Catalunha, usa as orações das sextas-feiras para instruir os seus fiéis (mais de 1500) sobre a melhor forma de agredir as esposas quando estas se portam mal.
O pio primata recorre ao manual terrorista com que intoxica os crentes – o Corão –, para proclamar que os homens devem “corrigir”, com atos de violência física e psíquica, as condutas “desviadas” das suas mulheres.
O pregador ensina os melhores meios para que os homens sovem e façam sofrer as suas mulheres sem deixarem marcas, de modo a evitarem sarilhos com os tribunais de países onde as mulheres gozam – na sua opinião piedosa –, de excessivos direitos.
É esta marca perversa que o mais implacável dos monoteísmos se obstina em manter. O direito que informa o Islão é de natureza teocrática e, além do proselitismo demente que apela ao recurso à guerra, está arreigado nas comunidades e no poder discricionário que os mullahs e aiatolas usam impiedosamente.
As madraças e as mesquitas são trincheiras contra os direitos humanos, especialmente contra as mulheres. O Islão não tolera a separação da Igreja e do estado e, pior, a posse das mulheres é uma herança divina de que os crentes masculinos não abdicam.
Continuo a não perceber a facilidade com que se autoriza a construção de mesquitas a cidadãos de países que não permitem sinagogas, igrejas ou templos de outras religiões. A violência e o autoritarismo têm sido tolerados sob a capa do multiculturalismo, como se a violência contra as mulheres fosse menos criminosa por ser a vontade de Deus.
A Europa deve, como soe, defender a liberdade de culto de qualquer religião desde que os países, onde cada uma dessas religiões seja dominante, aceitem a reciprocidade. Não cabe ao estado promover a fé, ou discriminar a sua ausência, e é sua obrigação defender os direitos humanos, feridos por Deus, pelo Diabo ou pela horda de facínoras que em nome de um deus os ponham em causa.
Só um estado laico pode evitar crimes como o de condenar quem usa o legítimo direito à apostasia, impedindo que, como sucede no Irão, sobre um cidadão recaia a sentença de morte por negar o islamismo.
A história é sempre a mesma. De maneira humilde, cheio das boas intenções, em busca de enaltecer a moral e os bons costumes, o vereador evangélico Alzimário Belmonte (PP-BA), da cidade de Ilhéus (BA), fez uma lei, de número 3.589, publicada no dia 12 de dezembro de 2011, que diz que é ‘obrigatório as escolas do município de Ilhéus orar o Pai Nosso antes das aulas“, conforme o artigo 1° do decreto. Ilhéus tem cerca de 29 mil crianças e adolescentes matriculados nas escolas municipais, segundo a Prefeitura.
Uma afronta direta à laicidade do estado. Uma tentativa vergonhosa de estabelecer, aos poucos, uma teocracia no país.
O Ministério Público entrou com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) com pedido de liminar no Tribunal de Justiça do Estado da Bahia em face da Lei nº 3.589/2011, da cidade baiana de Ilhéus, que instituiu a obrigação de orar o “Pai Nosso” nas escolas do município antes das aulas regulares. Os representantes do Ministério Público ressaltaram a competência do Tribunal de Justiça para julgar a ação “que tem como certa a inconstitucionalidade da lei do Município de Ilhéus por ofensa direta à Constituição Estadual e a preceitos da Carta Política de 1988”. Ainda segundo o MP, a lei “desconsidera toda uma evolução política e sociocultural na defesa de um Estado laico consagrado na Constituição”.
O processo de beatificação da madre Tereza Margarida do Coração de Maria (1915-2005), carinhosamente chamada de Nossa Mãe, foi lançado oficialmente em Três Pontas, no Sul de Minas, que na tarde de ontem se mobilizou para o traslado dos restos mortais da religiosa, seguido de missa.
Ela foi fundadora do Carmelo de São José, em 1962, no município, onde vivem hoje 19 carmelitas da Ordem da Bem-Aventurada Virgem Maria de Monte Carmelo.
O senador Lauro Antônio (PR/SE) recebeu na tarde deste sábado, 03, o senador Magno Malta (PR/ES) na região do Mangue Seco.
Na ocasião, Magno ressaltou a atuação de Laurinho no Senado Federal e destacou a sua participação na audiência pública sobre tolerância religiosa que será promovida pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado (CDH) no dia 20 de março, com ênfase para o iminente enforcamento do pastor Youcef Nadarkhani, iraniano condenado à morte por se converter do islamismo ao cristianismo.
Este cartoon foi publicado no site www.chargeonline.com.br e a propósito da nomeação de um senador e bispo da IURD (Marcelo Crivela) como ministro das pescas. Um novo ministério criado para acomodar mais um membro de um partido que apoia o governo. (Enviado à AAP por Tulio Machado)
Este vídeo é uma sátira perspicaz às implicações daquilo que está escrito em Levítico 25:44-46 sobre a escravatura.
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