Loading

Categoria: Religiões

20 de Novembro, 2012 Ricardo Alves

Na ICAR estas coisas não se votam?

A igreja anglicana recusou hoje, numa votação renhida (faltaram seis votos para os necessários dois terços), que as mulheres (que já podem ser «padresas») possam ser «bispas».
Só uma questão aos católicos portugueses: quando é que uma questão destas irá a votos (votos, democracia, isso mesmo) na igreja católica romana?
[Diário Ateísta/Esquerda Republicana]
20 de Novembro, 2012 Carlos Esperança

A guerra. Israel e Palestina.

Detesto tanto o sionismo como o antissemitismo. Infelizmente estou a falar de vidas humanas que se esvaem ao ritmo do ódio religioso que separa judeus e muçulmanos.

18 de Novembro, 2012 Carlos Esperança

Banco Alimentar e a Igreja católica

Os meios de comunicação social dominantes e os piedosos moralistas defensores da especulação caritativa deram azo à sua veia “humanista”, neste últimos tempos, enaltecendo o “trabalho” de uma entidade chamada Banco Alimentar contra a Fome por uma recolha “monumental” de produtos alimentares que, segundo os seus promotores, serão entregues a 2116 “instituições de solidariedade social” com quem aquele mantém “acordos”.

De onde vieram os produtos? dos próprios contribuintes. Boa malha.

Continue a ler…. aqui

17 de Novembro, 2012 Carlos Esperança

A Igreja investe palavreado na crise

Por

Kavkaz

A Conferência Episcopal Portuguesa reuniu esta semana em Fátima, a cidade dos segredos.

Os bispos, desejosos de mediatização, aparecem-nos a dar entrevistas nos órgãos de comunicação. Que dizem eles? Será que nos comunicam o que os deuses pensam? Os bispos escondem a opinião dos deuses e nem falam deles. Dão-nos, simplesmente, a opinião pessoal que, com a desinformação, se transforma em posição colectiva da Igreja Católica. Uns dizem uma coisa, outros dizem outra, mesmo que o segundo contrarie o primeiro, mas no final será tudo inspirado em deuses, que são três como afirmam, mas igual a um para contrariar a verdade da Matemática.

O Sr. José Policarpo, o mais importante celibatário católico, disse que a crise económica” abre “oportunidades de evangelização”. Ele sabe que é o momento certo para aproveitar as dificuldades económicas e convencer mais pessoas para o seu negócio da venda de serviços religiosos. Ele não estará a pensar em construir empresas que darão trabalho aos desempregados. Isso é para os outros fazerem. O Sr. Policarpo dará apenas mais opiniões e mais missas aos crentes. É o investimento dele na crise.

O Sr. Januário Ferreira critica desvairadamente as medidas de austeridade e quer correr com o governo, mas receia sempre candidatar-se a eleições livres e democráticas. Prefere nunca assumir as responsabilidades políticas da governação e não se expor aos seus resultados provavelmente desastrosos. Ganha muito mais assim e dorme bem melhor.

O Sr. Manuel Clemente quer falar com a Troika, passando à frente de deus. Ele não se propõe pagar as dívidas do país, mas vai pedir, o que ele tem experiência de fazer, que não incomodem muito os portugueses com o pagamento dos créditos recebidos. Melhor seria dar-lhes ainda mais empréstimos para gastar.

Com tantos problemas económicos para os portugueses ultrapassarem aparece-nos outro bispo, o Sr. Antonino Dias, a ver a “luz ao fim do túnel”. Acha que as famílias devem investir em mais filhos. Realmente, em período de crise, mais filhos fazem-se de graça. Uma ideia gratuita celibatária deste bispo para haver mais trabalho em Portugal.

Conclusão: Os bispos falam, falam, mas não propõem que sejam os deuses a resolver a crise. Estes são sempre poupados para não se cansarem. Os bispos propõem, sim, que sejam os outros, os portugueses, a fazerem milagres. É o palavreado católico…

15 de Novembro, 2012 Carlos Esperança

Igreja pede mais bebés às famílias

Por

Kavkaz

A Igreja Católica pede o que não dá

A Igreja Católica tem pouco que fazer e precisa de acção. Mas quem acha ela que tem de trabalhar? Os outros, os portugueses! A razão apresentada é a baixa natalidade em Portugal que é, segundo as estatísticas, de 1,3 filhos por mulher dos 15 aos 49 anos.

As causas da baixa natalidade são várias, incluindo a crise económica que não permite largos “voos” às famílias portuguesas. Fazem-se comparações com os outros países e Portugal estará no final da lista da natalidade. Em geral, no mundo, a população continua a aumentar imparavelmente e poderão criar-se graves crises de falta de alimentos e água, outros bens necessário às populações em crescimento.

Os assalariados da Igreja Católica continuam voluntaria e estatutariamente a não dar “uma para a caixa” na natalidade. São o pior exemplo para os portugueses. Não se aprende nada com eles da vida familiar. Agora põem-se a pedir aos outros aquilo que eles próprios se recusam a dar. A moral deles é bem conhecida, a do “faz o que digo, não faças o que eu faço”.

Os bispos, padres e freiras, eles próprios gerarem os seus próprios filhos, criarem-nos, educarem-nos, pagarem dos seus bolsos as despesas para saberem como é e quanto custa? Nada! Isso é para os outros porque eles estão cá só para ver os outros e regozijarem-se com a vida. Adivinho porque não pediram um contributo a “Deus” para a natalidade dos portugueses. Não conseguiriam nada, também, pois os deuses não existem e até seriam judeus se fossem reais. O clero precisa de mais clientes na ICAR para terem mais trabalho. Este vai escasseando… Isto é que vai uma crise católica!

9 de Novembro, 2012 Carlos Esperança

Evolução Islâmica (3)

Universidade do Cairo – 2004

Universidade do Cairo – 1959 (Foto enviada por JPM)

9 de Novembro, 2012 Carlos Esperança

A evolução islâmica (1)

Irão – 1970

Irão 2012

 

 

Fotos envidas por

João Pedro Moura