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6 de Dezembro, 2007 Hacked By ./Localc0de-07

Dissertação sobre a livre expressão

A liberdade de pensamento e a liberdade de expressão são dos Direitos Humanos mais violados, se no caso da liberdade de pensamento se pode indagar sobre a sua realidade ou ausência da mesma, na expressão a percepção das coisas é mais simplificada e a conclusão mais acessível de obter. A liberdade de pensamento não é um facto adquirido, uma característica meramente inata ao Ser Humano, é o produto da sua integração social, a mistura da sua personalidade com aquilo que recolhe pelos sentidos da realidade circundante, se a liberdade se poderá resumir a questões de escolha, poder-se-á definir como quebra absoluta da liberdade o facto de as escolhas não serem todas atingíveis, algumas nem mesmo cognoscíveis.

Faltando as escolhas e os padrões de comparação ao indivíduo, este terá consciência da liberdade absoluta, mas meramente dentro do seu campo de cognição, faltando um único parâmetro de comparação a liberdade deixa de o ser, muito embora o indivíduo se declare livre. O leque de escolhas pode ser incomensurável e ao indivíduo serem atribuídas apenas algumas, se ele nunca tiver noção do leque completo dirá que as suas escolhas serão o leque completo.

Na emanação do pensamento advém a maior complicação, a filtragem externa e interna, derivada de conceitos e preconceitos religiosos, políticos, sociais, uma panóplia de encruzilhadas mentais por onde o pensamento passa sem que o indivíduo tenha noção de tal facto, involuntário labirinto que muitas vezes metamorfoseia completamente o pensamento em expressão desajustada, desajuste relativo ao pensamento, externamente será ajustado pois os labirintos de filtragens assumem padrões bastante similares numa mesma sociedade.

As emanações de expressão livre são assim extremamente utópicas, e basta um único factor de expressão ser proibido que a livre expressão deixa de o ser, se algo deixa de ser debatido ou criticado a livre expressão morre, e ao existirem determinados temas fora do debate se indagará porque é que outros temas são debatidos, logicamente se afigura uma necessidade de abordagem de todos os temas ou de nenhum. A crítica e o debate abrem as portas à propagação da racionalidade, as cortinas de ferro impostas a determinados contextos fomentam a exclusão e o choque social, a caótica intempérie advinda da falta de abertura social e da irracionalidade que deriva sem rumo certo.

Declaração Universal dos Direitos Humanos, Artigo 19º – Todo o indivíduo tem direito à liberdade de opinião e de expressão, o que implica o direito de não ser inquietado pelas suas opiniões e o de procurar, receber e difundir, sem consideração de fronteiras, informações e ideias por qualquer meio de expressão.

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6 de Dezembro, 2007 Carlos Esperança

As três religiões abraâmicas

Às vezes dou por mim a pensar como foi possível, a partir de um texto bárbaro da Idade do Bronze – o Antigo Testamento -, desenvolver três negócios rivais: o Judaísmo, o Cristianismo e o Islamismo, cada um deles dominando uma área geográfica e aspirando ao monopólio.

À semelhança das Máfias, surgidas na Idade Média, as religiões abraâmicas têm uma tradição violenta, guerreando-se de forma cruel, com a obsessão do domínio planetário. Assemelham-se no carácter tribal, na tendência para se infiltrarem na esfera pública, na protecção dos seus membros e na impiedade para quem quebre os códigos de honra. O afastamento, que nas religiões se denomina apostasia, é punido com a pena capital. Em regra as direcções são colegiais, só o catolicismo romano evoluiu para o poder pessoal de um único e infalível autocrata que acumula com a profissão de santo.

A conversão e a morte são armas tradicionais da fé. A Espanha, filha dilecta de Roma, atingiu o apogeu do proselitismo com os Reis Católicos, Fernando e Isabel, quando os judeus e os muçulmanos eram convencidos à conversão pela tortura, não descurando os churrascos na Inquisição quando suspeitavam da falta de convicção de um cristão-novo.

No Afeganistão libertado a Constituição mantém um artigo que pune com a morte o crime de apostasia. Em 1992, na Arábia Saudita, Sadiq Abdul Karim Malallah, após legalmente condenado por blasfémia e apostasia, foi decapitado em público, ao gosto do Profeta, dos clérigos e dos devotos autóctones.

Do mundo muçulmano soltam-se crentes desvairados, carregados de bombas, em busca do Paraíso, numa louca orgia de sangue e de proselitismo. Aquele Deus vingativo, cruel e apocalíptico que se esconde nas páginas do Antigo Testamento é a matriz genética do Deus dos judeus, cristãos e muçulmanos que continua a ser o único mito mais mortífero do que qualquer bactéria ou vírus.

5 de Dezembro, 2007 Ricardo Silvestre

Exigência

«Enfermeiras cansadas são ordenadas a mover camas com pacientes muçulmanos, cinco vezes ao dia, para essas camas ficarem de frente para Meca». Ver aqui

«Em Yorkshire, UK, a Direcção local do National Health Service emitiu um parecer que, sempre que possível, os pacientes muçulmanos devem ter «o maior conforto possível no hospital» de Dewsbury. Isso inclui a mudança das camas onde se encontram para Meca, e um fornecimento de água limpa sempre que uma reza vá ser realizada.

Críticos a esta medida afirmam que o NHS devia se preocupar mais com suprimir vírus perigosos dos hospitais (como o C.diff e o MRSA) do que a andar ocupado a mudar camas.

«Algumas pessoas podem pensar que não se trata de algo importante, mas nós temos no Hospital um número significativo de pacientes muçulmanos, e ter de mover dezenas de camas cinco vezes ao dia, assim como ter de andar a providenciar água fresca para esses pacientes se lavarem antes das suas orações, vai afectar serviços médicos essências que têm de ser proporcionados a todos os outros». Disse uma das enfermeiras.

Igualmente, a Direcção local do NHS , que também tem à sua responsabilidade os Hospitais de Wakefield and Pontefract, disse que irá se esforçar ao máximo para atribuir médicos mulheres a pacientes muçulmanas, para atender a um cada vez maior número de pedidos da comunidade islâmica para que isso seja uma garantia.»

Devo avisar que iniciei neste momento uma nova religião!!! A religião das «Enfermeiras Boas como o Milho». A partir de agora exijo que cada vez que estiver internado num hospital, seja atendido exclusivamente por enfermeiras loiras, bonitas e elegantes. E se não, digo que a minha religião não está a ser respeitada!

Quem quiser aderir à minha religião contacte 1-800-wetdreams.

5 de Dezembro, 2007 Hacked By ./Localc0de-07

Clérigo croata condenado por pedofilia


Drago Ljubicic, padre católico croata foi condenado esta terça-feira (4/12/2007) a 3 anos de prisão por ter violado sexualmente 5 crianças na paróquia de Banjol, na ilha de Rab. Os crimes foram efectuados entre 2003 e 2007 sobre crianças com idades compreendidas entre os 10 e os 11 anos. Ljubicic, de 63 anos, foi detido em Junho após denúncia feita pelos pais das crianças violadas, sendo o segundo padre católico a ser condenado por pedofilia na Croácia, o clérigo Ivan Cucek havia sido condenado em 2000 pela violação de 37 raparigas. As declarações foram feitas pelo porta-voz do tribunal de Rijeka, Sasa Cvijetic. O advogado do clérigo já anunciou que recorrerá da sentença.

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5 de Dezembro, 2007 Hacked By ./Localc0de-07

God Delucion de Dawkings

Queria prestar uma sincera e humilde homenagem ao jornalista Acácio Marques do Diário das Beiras, tanto pela sua clarividência de análise de complexos temas, raramente expostos na imprensa, e especialmente nunca antes expostos em tão sublime forma, como pelo apontamento valioso do novo livro de temática ateísta “God Delucion” de Dawkings. A notícia foi exposta anteriormente pelo Carlos Esperança, não irei elaborar uma contra-argumentação ao exposto porque não mentirei ao dizer que li o “God Delucion” e também me sinto incapaz de ombrear com tão intelectual personagem, o Acácio Marques, não o Dawkings.

Gostaria de sugerir algumas leituras interessantes dentro da mesma temática, o “Anticristu” de Nitcha, o “End of faite” de Harriz, o “God is not graite” de Hichings, o “Ateiste Universu” de Miles, o “Traite de Ateology” de Onfraid e o “God and Staite” de Bacunino.

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4 de Dezembro, 2007 Ricardo Silvestre

e se fosse ao contrário?

um cartoon a M.E. Cohen de Nova Jersey

Tradução da legenda do cartoon

«Numa inversão bizarra de acontecimentos, membros enfurecidos do “Clube Teddy, o Urso de Clevland, Ohio”; pedem a morte de uma família Sudanesa por causa de terem dado o nome de Teddy ao seu filho»