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4 de Julho, 2009 Carlos Esperança

À atenção da polícia

A propagação e solidificação da fé são os principais objectivos do encontro anual do movimento de pregadores islâmicos Tabligh Jamaat. Reunião decorre até domingo, 5 de Julho.

(…)

O Tabligh Jamaat tem sido referenciado a nível internacional como estando infiltrado por facções mais radicais do islamismo. Mas, os responsáveis portugueses do movimento têm garantido que se trata de um grupo «tolerante e pacífico». O movimento está presente em Portugal desde 1979, no seio da comunidade islâmica portuguesa.

Comentário: Apesar da origem da fonte.

3 de Julho, 2009 Carlos Esperança

Como arranjar emprego

Um canal de TV turco decidiu colocar à prova a convicção dos ateus, em uma competição cujo objetivo principal é incutir a fé nos participantes. A missão ficará a encargo de guias espirituais de quatro religiões distintas (islamismo, cristianismo, judaísmo e budismo). Eles deverão atrair para o seu rebanho pelo menos uma pessoa que, no início do programa, não acreditava em Deus. O prêmio para os convertidos será uma viagem de peregrinação ao local considerado sagrado em sua nova crença.

3 de Julho, 2009 Carlos Esperança

Descobertas encomendadas

Novidades sobre Galileu no Arquivo Secreto Vaticano

Uma nova edição sobre as investigações do processo realizado com Galileu Galilei (1611-1741) foi apresentada Quinta-feira, num briefing que decorreu na Sala de Imprensa da Santa Sé.

Comentário: O Vaticano é a maior fábrica de documentos apócrifos do Planeta.

3 de Julho, 2009 Carlos Esperança

Pio XII na lavandaria

CIDADE DO VATICANO (Reuters) – Os arquivos secretos do Vaticano sobre o papa Pio 12 devem ser abertos dentro de cinco anos e vão livrá-lo das acusações de ter feito vista grossa ao Holocausto, disse o chefe dos arquivos nesta quinta-feira.

Comentário: O Vaticano não desiste de branquear o passado de cumplicidade de Pio XII com o nazismo. No fundo é um antigo membro das juventudes hitlerianas a querer rever o seu próprio passado porque, quanto à santidade, até Escrivà já chegou aos altares.

2 de Julho, 2009 Carlos Esperança

AAP – Resposta ao bispo Marcelino

A AAP respondeu a este artigo do bispo António Marcelino

Exmo. Senhor
Director António Silva
«Soberania do Povo»
Av. Dr. Eugénio Ribeiro, 89 – 3º Ap. 145
3750-146
ÁGUEDA

Senhor Director,

Com o pedido de publicação, na sequência do artigo “Uma influência pequena e residual! É isso que o povo pensa?”, publicado em 28 de Junho pelo bispo católico António Marcelino, no jornal de que V. Ex.ª é Director, vem a Associação Ateísta Portuguesa (AAP) agradecer a preocupação de mais um bispo português com o seu aniversário.

A AAP não comenta o tom encomiástico com que o Sr. Bispo se refere à sua Igreja nem o azedume que a AAP lhe provoca, pois a defesa da liberdade, incluindo naturalmente a religiosa, é um objectivo dos ateus, que se revêem na Declaração Universal dos Direitos do Homem.

Apenas pretendemos comentar uma frase do Sr. Bispo em que junta duas afirmações produzidas em momentos diferentes do discurso proferido no aniversário da AAP:

«Em clima de aniversário festivo, foi dito pelo chefe de um grupo legalizado e que, livremente, se pro-clama ateu, que “é necessário um movimento ateísta para travar a exuberância da Igreja Católica, num país, Portugal, “onde a sua influência é já muito pequena, residual”».

1 – A Associação Ateísta Portuguesa tem os seus órgãos estatutários constituídos pelos membros eleitos e publicados no seu «site»;

2 – Os membros da AAP não têm «chefe de grupo» mas sim um presidente da direcção, semelhante ao que acontece com a Conferência Episcopal Portuguesa e, neste caso, com a singular diferença de os seus órgãos integrarem mulheres cuja igualdade é, para os ateus, uma exigência ética;

3 – O facto de livremente nos proclamarmos ateus é um direito constitucional e não uma regalia concedida pela Igreja católica que só reconheceu o direito à liberdade religiosa no concílio Vaticano II e tem antecedentes pouco tranquilizadores a tratar ateus;

4 – A exuberância da Igreja Católica Apostólica Romana (ICAR) revela-se na influência que exerce através das escolas, hospitais, Misericórdias e do Estado a quem consegue impor uma Concordata e fazer pagar a assistência religiosa em hospitais, quartéis e prisões e aulas de EMRC nas escolas públicas, privilégios inaceitáveis num estado laico e democrático;

5 – Quanto à «influência residual» baseia-se a AAP nos dados fornecidos pela ICAR quanto à prática religiosa e no desprezo das decisões eclesiásticas referentes ao planeamento familiar e à contracepção pela população portuguesa.

A Associação Ateísta Portuguesa (AAP) defende a liberdade religiosa e apenas contesta o proselitismo e os privilégios injustos, na defesa da laicidade e do livre-pensamento.

a) Associação Ateísta Portuguesa – Odivelas, 01 de Julho de 2009