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2 de Novembro, 2012 José Moreira

“Os Mistérios…” – um desafio

Quando procuravam elementos para escrever o seu livro “Os Mistérios de Jesus”, os autores – Peter Gandy e Timothy Freke – encontraram esta gravura. Na inscrição, pode ler-se “Orfeus Bakkus”.

 

O desafio que lanço, é simples: qual o significado da gravura e da inscrição?

2 de Novembro, 2012 Carlos Esperança

Citação

João Pedro Moura comentou o post de Kavkaz:

Epicuro (341-270 a.c.), o grande filósofo grego, compreendeu perfeitamente, há mais de 2 000 anos, a inanidade da ideia de deus, ao comentar com uma demolidora e lógica argumentação, um incêndio que queimou um templo, no seu tempo:

“O fogo chegou à casa do vosso deus e consumiu-a:
Pergunto-vos: por que razão não evitou esta calamidade, se realmente é justo e bom?

Ou ele a quis evitar, mas não pôde; ou pôde e não quis; ou nem quis nem pôde, ou, enfim, quis e pôde.

Se quis e não pôde, é impotente; se pôde e não quis, é perverso; se não pôde nem quis, é perverso e impotente; se pôde e quis, é monstruoso.

Assim, para que prestais culto a semelhante divindade?”

3- A persistência da ideia de deus, no seio da humanidade,contra a evidência e, portanto, sem qualquer prova da sua existência,desafiando as mais simples regras da lógica e do bom senso, demonstra, por outro lado, que tal ideia maluca, a suposta existência de deus, é coisa bem entranhada, no imaginário humano, que não cai à primeira investida lógico-científica, mas sim com o desgaste do tempo e da educação e com um ambiente sócio-económico e intelectual favorável ao livre discurso e livre exame dos assuntos religiosos…

… E, mesmo assim, dura… dura…

2 de Novembro, 2012 Carlos Esperança

Furacão Sandy elimina “Deus” da acção

Por

KAVKAZ

Os crentes estão convencidos que “Deus” é grande e os protege. Os ateus sabem que “Deus” é uma invenção humana e não existe.

Como o demonstrar? Com os factos. Há os acontecimentos que doem mesmo e provocam prejuízos incalculáveis. Um “Deus” sério e protector, amante dos crentes, “Omnipotente” e “Omnipresente”, como a publicidade religiosa enganadora inculca, nunca permitiria tais acontecimentos.

Os ateus gostam de falar a Verdade, mesmo quando ela dói. Colocam-se na vida real, não descem à fantasia dos crentes. Os ateus não caem na baixeza do engano religioso.

Demonstrar que “Deus” não existe pode ser feito de várias formas. Pela teoria, dizendo que o “Deus” afirmado no “Génesis” e que criou o mundo em 6 dias é apenas uma história para entreter os crentes. Eles precisam de ilusões para entenderem o mundo em que se encontram e dispensarem a Ciência que já descreve claramente a existência do mundo sem deuses. Pode-se demonstrar pela práctica, pela vida e pelos acontecimentos, que ninguém está protegido por “Deus”.

Um dos factos que nos mostram e provam a não existência de deuses é, por exemplo, a passagem devastadora da supertempestade Sandy por Nova Iorque. Ela causou dezenas de mortos, milhões de pessoas privadas de electricidade, prejuízos calculados de várias dezenas de milhões de dólares, casas destruídas e milhares de famílias deslocadas.

A passagem do furacão Sandy pode ter destruido anos de investigação científica sobre cancro e doenças cardíacas e neurodegenerativas. Os investigadores regressaram às instalações e depararam-se com “um cenário horrível”: milhares de ratinhos de laboratório mortos, células e tecidos provavelmente perdidos para sempre e estudos que terão de recomeçar da estaca zero. “Deus” não estará a favor da luta contra o cancro?

O que os crentes dizem a estes acontecimentos: “Graças a Deus”?; “God bless América”?

Estas afirmações decorativas e habituais não fazem qualquer sentido perante tanta destruição permitida por “Deus”. Tudo se torna claro e bate certo quando os ateus afirmam que a Natureza actua conforme as próprias leis científicas e os deuses não existem.

http://www.publico.pt/Mundo/furacao-pode-ter-destruido-anos-de-investigacao-medica-nos-eua-1569770

1 de Novembro, 2012 Carlos Esperança

Cristianismo e antissemitismo

É surpreendente o vigor com que o cristianismo e, em particular, o catolicismo nega quase vinte séculos de antissemitismo militante.

Martinho Lutero que conhecia Bíblia, tão bem quanto a corrupção papal, dizia dos judeus: «são para nós um pesado fardo, a calamidade do nosso ser; são uma praga no meio das nossas terras». (1543)

Quanto à ICAR não é preciso recordar o tribunal do Santo Ofício, basta recordar as declarações papais ou citar as abundantes e descabeladas manifestações de ódio que a santa Bíblia destila.

Eloquente, chocante e demente foi a atitude do cardeal da Alemanha, Bertram, ao saber da morte do seu idolatrado führer Adolfo Hitler. Já nos primeiros dias de maio de 1945, com a derrota consumada (a rendição foi no dia 8), ordenou que em todas as igrejas da sua arquidiocese fosse rezado um requiem especial, nomeadamente «uma missa solene de requiem, em lembrança do Führer».

Para alguns católicos e, sobretudo, para ateus, agnósticos e fregueses de outras religiões, é preciso dizer-lhes que, de acordo com a liturgia do requiem, uma missa solene de requiem se destina a que os devotos possam suplicar a Deus, Todo-Poderoso, a admissão no Paraíso do bem-aventurado em lembrança de quem a missa é celebrada.

A Bíblia, um repositório de ódio antijudaico, está para os cristãos como o Corão está para os muçulmanos. Felizmente os cristãos, sobretudo os católicos, leem pouco a Bíblia e acreditam vagamente no seu conteúdo.

Porém, em períodos de crise, há o risco de se agarrarem ao livro sagrado como os alcoólicos à bebida e, tal como estes, sem discernimento ou força anímica para renunciarem à droga, impedidos pela habituação e dependência que os escraviza.

O Diário de uns Ateus é a terapêutica adequada para uma cura de desintoxicação

31 de Outubro, 2012 Carlos Esperança

Vaticano – O Papa é contra a privatização da fé

Bento XVI manifestou-se hoje contra a tendência de “relegar” a fé para a esfera do privado, uma atitude que “contraria” a sua natureza comunitária, e disse que a Igreja é necessária para evitar o individualismo.

“Num mundo em que o individualismo parece regular as relações entre pessoas, tornando-as cada vez mais frágeis, a fé chama-nos a ser Igreja, portadores do amor e da comunhão de Deus”, afirmou o Papa, na audiência pública semanal que decorreu na Praça de São Pedro, Vaticano.

Comentário: Por uma questão de coerência deve defender a nacionalização dos bens da Igreja.  Aliás, não se percebe como o Estado deixa a Igreja locupletar-se com heranças. Um dia serão secularizadas.

31 de Outubro, 2012 Carlos Esperança

É preciso lembrar

Página sobre o fascismo islâmico

31 de Outubro, 2012 Luís Grave Rodrigues

Insanidade

31 de Outubro, 2012 Carlos Esperança

Vaticano – bairro pouco recomendável

“Embora o Vaticano seja o centro espiritual da Igreja Católica Romana, também é uma cidade repleta de paradoxos, palco de disputas políticas e de carência de habitações. Uma cidade onde a célebre guarda suíça é proibida de carregar armas, onde o jantar dos cardeais é constituído de pratos franceses servidos por freiras com vistosas roupas coloridas, onde a desconfiança reina em todos os níveis da cúria e onde para sobreviver é necessário ‘manter o nariz limpo’ e, sobretudo, não falar com jornalistas.”

Essa concisa e profícua análise a respeito do dia a dia dos moradores do palácio apostólico foi publicada em um domingo, no dia 20 de março de 1982, pelo jornal O Estado de S. Paulo).

Leia mais…

30 de Outubro, 2012 José Moreira

Poderia ser a solução? (II)

Há tempos, publiquei neste espaço um alvitre, absolutamente livre de quaisquer ónus, sugerindo à ICAR o estabelecimento de uma espécie de franchising. Ao que parece, ninguém, naquela empresa, quis seguir os meus conselhos, que levariam a ICAR a superar a crise ainda mais depressa do que Portugal – o que é difícil, convenhamos.

Pois bem, dando mostras de estar perfeitamente integrada no pós-modernismo religioso, a Igreja Ortodoxa não deixou cair em saco roto as minhas palavras. Apresentando-se com uma atitude verdadeiramente vanguardista, criou o seu próprio negócio.

A notícia é omissa quanto à frequência do presidente Putin às missas celebradas no templo.