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20 de Março, 2015 Carlos Esperança

Um sítio mal frequentado

Pavor no VATICANO…a ser verdade…o Papa Francisco vai estar em grandes dificuldades, ou então terá que ceder à Máfia económica que domina o Mundo.
Vamos divulgar esta noticia, para que possamos ser úteis à verdade e ao Papa Francisco
Você sabia que 65 por cento dos fundos do Vaticano pertence à família Rothchild.

Quando se fala na Máfia só possuem o Banco Ambrosiano onde se safam sem pagar impostos.
Quando Humberto Calvi quis revelar tudo ao Sunday Times na noite anterior foi encontrado enforcado na famosa London Bridge em Londres.

Soube-se que houve envolvimento da Rothchilds, Bildeburg Group e a Goldman Sachs.
Tudo controlado…Nada mais a dizer…
E este Papa não vai durar muito porque acusam-no de tudo e mais algo mas as organizações Judias acima mencionadas nunca são discutidas ou mencionadas…
Sabe porque razão produtos Portugueses, Gregos, Espanhóis ou Italianos quase que não existem neste pais?
6.5 biliões são exportados de Israel e esses produtos não podem ser exportados por mais ninguém!
A única diferença é que Israel não faz parte da EU ou Europa e dado a isso não poderia exportar para a Europa.

PAVOR NO VATICANO
Agora vem à luz que “talvez” foi de facto o assassinato de João Paulo I, já que iam fazer o mesmo com Bento XVI, que por isso renunciou, e confidenciou ao Papa Francisco que não seria a PRIMEIRA VEZ.

Diário de uns Ateus – Como se vê a notícia vem de fontes que acreditam na existência de Deus mas que sabem que é maior o poder dos homens.

20 de Março, 2015 Carlos Esperança

Vaticano – Uma teocracia chantageada

Georg Gänswein disse sentir-se responsável por vazamentos de documentos confidenciais

O secretário pessoal do papa emérito Bento XVI, arcebispo Georg Gänswein, disse que, “de certa maneira”, se sente responsável pelo escândalo do Vatileaks, quando documentos secretos do Vaticano vazaram para a imprensa.

20 de Março, 2015 Carlos Esperança

Retirado alvará católico a bispo

Bispo excomungado e readmitido volta a desafiar o Vaticano

Excomungado da Igreja Católica em 1988 pelo papa João Paulo II e readmitido em 24 de janeiro de 2009 pelo papa Bento XVI, o bispo tradicionalista inglês d. Richard Nelson Williamson, de 75 anos, ordenará bispo, à revelia do Vaticano, o religioso André Zelaya de León. A solenidade acontecerá às 9h de sábado no Mosteiro da Santa Cruz, em Nova Friburgo, cidade na Região Serrana do Rio.

19 de Março, 2015 Carlos Esperança

ATEÍSMO E COMUNISMO

Por

João Pedro Moura

De vez em quando, aparecem uns religionários a intentarem ligar o ideário ateísta à doutrina comunista, a modos de matança de 2 inimigos…com uma só cajadada…

Mas não conseguem…

O comunismo não é um ramo do ateísmo, nem este daquele.

Um comunista até pode ser crente num deus, desde que o seu “comunismo” se manifeste, eminentemente, pela componente social e económica e não pela vertente ideológica do marxismo…

Os cristãos romanos, no tempo da clandestinidade, eram muito solidários, praticando uma forma primitiva de comunismo, assente no ágape e demais partilhas.

Os monges também praticam um tipo de comunismo… e são uma congregação muito antiga…

Os Kibutzim israelitas são ou eram, frequentemente, uma forma extrema de comunismo…

Mas não é possível ser marxista e crente religioso.

A doutrina marxista, mormente na sua evolução leninista, não só defende a inexistência de deus, como nomeia o clero como uma categoria social privilegiada, a par da burguesia e demais possidentes, portanto, um pilar dos regimes inimigos dos comunistas, marxistas-leninistas, e que estes acometiam, “in illo tempore”…

Com a vocação totalitária dos partidos e regimes comunistas, o resultado foi a perseguição e quase aniquilamento da religião, na URSS estalinista, na China maoista, no Camboja kmer vermelho, na Coreia do Norte, da dinastia Kim, e na Albânia, de Enver Hoxha, regime este onde a religião estava constitucionalmente interdita e se usavam as antigas igrejas como estábulos e outras serventias…

Portanto, o marxismo-leninismo é ateísta e enveredou por políticas ateístas, mais ou menos repressivas.

Todavia, o ateísmo não é marxista-leninista… nem comunista…

Aliás, o ateísmo nem é ideário político. É apenas um ideário que denega as religiões.

Pelo que, em nada concerne ao comunismo nem a quaisquer políticas…

Tentar atingir o ateísmo, porque houve comunistas e seus regimes que aplicaram políticas ateístas, é manobra insidiosa e capciosa, mas que não atinge os ateus, a não ser aqueles que se sentem cúmplices das políticas ateístas…

Os ateus tanto podem ser, politicamente, comunistas como nazis, anarquistas como liberais, e tudo isso depende das conceções individuais…

O mesmo não se poderá dizer da doutrina das religiões monoteístas, intrinsecamente totalitárias, que não admitem o outro, o diferente, dividindo dualmente a humanidade entre os crédulos da religião e igreja certas e os outros, isto é, os incréus, os indiferentes, os agnósticos, os crédulos das religiões erradas, todos eles comináveis com pena infernal… no Dia do Juízo Final…

…Num totalitarismo, repressivo e mortífero, sem paralelo na História…

…Como, por exemplo, o cristianismo…

http://www.diariodeunsateus.net/2013/09/06/jesus-cristo-o-exterminador-implacavel/

18 de Março, 2015 Carlos Esperança

Religião e política e a política da religião

As manifestações contra o Governo brasileiro têm causas genuínas e objetivos obscuros, estes a exigirem uma cuidadosa atenção.

Deixemos de parte a corrupção, apesar da importância basilar, que cresceu com o rápido desenvolvimento económico e cuja perceção pública aumenta em regimes democráticos, para analisar outras vertentes, igualmente relevantes.

O Brasil tem hoje uma riqueza, jamais obtida no passado, e um desenvolvimento que o tornou uma potência económica mundial. A fome, a pobreza e o analfabetismo foram fortemente combatidos e com assinalável êxito.

O que leva, então, às gigantescas manifestações de protesto? Por um lado, a estagnação económica que a descida dos preços do petróleo tornou inevitável, por outro o domínio dos órgãos de comunicação social ao serviço de interesses que, no passado, sustentaram ditaduras e se alimentaram delas. Singular é a rebelião da classe média contra quem lhe deu acesso.

As religiões deviam evitar comprometer-se politicamente sob pena de verem, um dia, o seu clero a ser reprimido em nome da democracia e da laicidade que este regime exige.

No Brasil, salvo raras exceções, e estas também politicamente expostas, várias correntes cristãs têm assaltado o aparelho de Estado através de partidos políticos e do domínio de órgãos de comunicação que convocam e apoiam, em direto, as manifestações politicas. A Rede Globo é a central de intoxicação ao serviço de interesses financeiros e dominada por cliques religiosas. Tem poder para derrubar um governo eleito mas as sequelas serão fatais para o seu futuro e interesses.

Quando uma manifestação organizada, não são bandos caóticos, deixa que os cartazes a anunciem como “Marcha dos Cristãos” e tenha como lema o combate ao comunismo e o apelo à ‘intervenção militar’, sem que a hierarquia religiosa denuncie o carácter golpista e o condene, é natural ver no combate à religião a defesa da democracia.

Será dramático para os crentes, mas, entre a democracia e a religião, os cidadãos têm de fazer a sua opção. No Brasil, tal como no passado, a religião apoia de novo um regime totalitário de natureza militar, arriscando a neutralidade e a própria liberdade.

Quem não defende a liberdade dos adversários não é digno da sua.

17 de Março, 2015 Carlos Esperança

Jesus era tolerante

“Eu não vim trazer a paz, mas a espada” Mateus 10:34

“Quem não é comigo é contra mim; e quem comigo não ajunta, espalha.” Mateus 12:30

«Se alguém vem a mim e não aborrece a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs, e ainda a sua própria vida, não pode ser meu discípulo. Quem não carrega a sua cruz e não me segue, não pode ser meu discípulo. Pois qual de vós, querendo edificar uma torre, não se assenta primeiro a calcular a despesa, para ver se tem com que a acabar? Para não suceder que, tendo lançado os alicerces e não a podendo acabar, todos os que a virem, comecem a zombar dele, dizendo: Este homem começou a edificar, e não pôde acabar. Ou qual é o rei que, indo entrar em guerra contra outro rei, não se assenta primeiro e consulta se com dez mil homens poderá enfrentar o que vem contra ele com vinte mil? Se não, enquanto o outro ainda está longe, envia-lhe uma embaixada, pedindo-lhe condições de paz. Assim, pois, todo aquele que dentre vós não renuncia a tudo o que possui, não pode ser meu discípulo.» (Lucas 14:26-33)[1]

«Vim lançar fogo à terra, e que mais quero, se ele já está aceso? Mas tenho de ser batizado com um batismo, e como me angustio até que ele se cumpra! Pensais que vim trazer paz à terra? Não, eu vo-lo digo, mas divisão; porque de ora em diante, haverá numa casa cinco pessoas divididas, três contra duas, e duas contra três; estarão divididas: o pai contra seu filho, e o filho contra seu pai; a mãe contra sua filha, e a filha contra sua mãe; a sogra contra sua nora, e a nora contra sua sogra.» (Lucas 12:49-53)

17 de Março, 2015 Carlos Esperança

A fé é que os salva

Pela primeira vez na minha vida, na semana passada, fui a uma reunião da tão criticada Igreja Universal e partilhei as práticas e orações dos presentes.

De repente, o Pastor se aproximou do lugar onde estava, olhou-me fixamente e apontou-me o dedo.

Piedosamente, ajoelhei-me e ele colocou as suas mãos na minha cabeça e clamou em voz alta: Você vai caminhar!
Eu respondi-lhe baixo: mas não tenho nenhum problema de locomoção.

Ele ignorou minha resposta e quase gritando, voltou a exclamar: irmão, você vai caminhar!

Toda a Assembleia, com as mãos ao alto, começou a chorar: Você vai caminhar!

Mais uma vez, tentei explicar que não tinha nenhum problema com meus membros inferiores, mas foi em vão.
Cada vez mais forte e com mais energia, ele repetiu: Você vai caminhar!!!! , enquanto a Assembleia em transe gritava ainda mais forte: irmão, você vai caminhar!!!!

Optei por me calar e não dizer mais nada.
Quando o acto acabou deixei a Assembleia e, acreditem ou não, o maldito pastor tinha razão:

Tinham-me roubado o carro!!!!

16 de Março, 2015 Carlos Esperança

Bento XVI, o ateísmo e o nazismo

Fez dois anos que Francisco iniciou o pontificado. Sei que um homem bom não prova a existência de Deus, mas pode melhorar a vida de muita gente, se a tiara cobre a cabeça certa. Aos olhos indiferentes de um ateu, este papa é um bom homem que parece sofrer com as injustiças humanas. Não me inspira devoção mas merece-me respeito.

Tenho pelos Papas, por todos os papas, uma devoção inversa à que a Aura Miguel nutre por qualquer um e João César das Neves por todos menos o atual. Mas uma coisa são estados de alma e outra os factos.

Sou incapaz de desejar a alguém o que a ICAR fez a judeus, bruxas, hereges e a todos os que contrariaram os seus interesses. Não vou remexer nos crimes que desde Paulo de Tarso e Constantino se fizeram em nome de um judeu imolado pela salvação do mundo e nem a si próprio se salvou. É hoje a referência para as multinacionais da fé que vivem da sua alegada divindade como os homeopatas do valor terapêutico das mezinhas.

O que um ateu não pode olvidar é que o ex-inquisidor comparou o ateísmo ao nazismo, esquecendo que a sua Igreja já excomungou o ateísmo, o comunismo, a democracia, a liberdade e o livre-pensamento, o que nunca fez ao nazismo ou ao fascismo. O próprio Estado do Vaticano, a única teocracia europeia, foi obra de Benito Mussolini que, entre outras manifestações pias, impôs o ensino da religião católica nas escolas públicas.

Uma Igreja que apoiou Franco, Pinochet, Mussolini, Salazar, Videla, Somoza e o padre Tiso perde autoridade para condenar assassinos como Estaline, Mao, Pol Pot, Ceauşescu ou Kim Il-sung cuja esquizofrenia sanguinolenta os levou a cometer crimes em nome de uma crença política e não do ateísmo.

Bento XVI foi conivente na ocultação de crimes cometidos pelo clero, manteve o IOR como offshore do Vaticano, protegeu o Opus Dei, Legionários de Cristo, Comunhão e Libertação e a seita fascista de sequazes de monsenhor Lefebvre. Carecia de autoridade para difamar os ateus a quem a liberdade deve mais do que à sua Igreja.

Se não receasse a morte prematura, podia continuar ainda a canonizar admiradores de Franco, colaboradores da CIA e outros defuntos pouco recomendáveis. Podia continuar a exibir relíquias falsificadas e vender os milagres engendrados numa repartição pia mas não podia insultar os ateus e esperar que estes esquecessem a diatribe.

15 de Março, 2015 Carlos Esperança

A vida está difícil

Em Portugal, na Europa, no século XXI !!!
……………….
Agora percebo porque razão há políticos a receber a … côngrua !!!
Só que, neste caso, se não pagas … fazem-te o funeral !!!

Em Freixiosa, Mangualde, o padre da freguesia recusou esta semana fazer o funeral a um habitante por uma dívida de 375 euros (côngrua). E foi o cangalheiro que rezou o pai–nosso.
JN.PT|POR GLOBAL MEDIA GROUP