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| Prisioneiros republicanos construindo o Vale dos Caídos |
20 de Março, 2016 Carlos Esperança
Vale dos Caídos
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From: José Miguel Loureiro
Subject: Ignorancia
Message Body:
O vosso objectivo 1 e 3 estão em conflicto. Paradoxal promever igualdade entre religiões quando outro objectivo vosso é a vossa divulgação.
Deviam considerar seriamente mudar o vosso nome, porque vocês são uma religião.
Ser ateu implica por definição a não promoção da religião, e o vosso primeiro ojectivo é a vossa promoção.
Já agora, conheci esta página pela noticía de critica ao presidente da republica por beijar a mão do papa, que acho novamente que vai contra todos os principios do ateismo que a vossa associação parece desconhecer.
Se não acreditam em Deus, o beijo do presidente ao papa não tem significado, se não tem significado, não pode ser criticado.
Acho sinceramente que deviam repensar e estudar o significado do ateismo.
—
This mail is sent via contact form on AAP – Associação Ateísta Portuguesa http://www.aateistaportuguesa.org
Carlos Esperança <[email protected]>
23:22 (Há 0 minutos)
para José,
Senhor José Loureiro:
Como todas as cartas merecem resposta, agradeço a que enviou à AAP e acuso a sua receção.
Compreenderá que tenhamos posições divergentes e, embora agradeçamos a tentativa de nos «explicar o significa ser ateu», reservamos para a nossa consciência a explicação que perfilhamos.
Respeitando todos os crentes, seja qual for o deus do Sr. José Loureiro, não deixaremos de combater a superstição e as mentiras que as religiões fomentam.
Desejando que o seu desabafo seja levado em conta no dia em que for chamado à divina presença do deus em que acredita, congratulamo-nos por lhe ter dado oportunidade de mostrar a sua fé.
Apresento-lhe os meus melhores cumprimentos.
a)
O DN refere declarações do presidente da AG da AAP
A Associação Ateísta Portuguesa (AAP) ficou perplexa com a foto de Sua Excelência, o Presidente da República Portuguesa a beijar a mão do Papa romano, na visita de Estado.
O cidadão Marcelo Rebelo de Sousa pode manifestar perante o Papa a reverência que achar adequada à sua fé pessoal. Mas o Presidente da República, em representação oficial de todos os cidadãos de Portugal, de todos os credos e de nenhum, não se pode inclinar subservientemente e deixar-se fotografar num ato humilhante de vassalagem a um líder religioso.
Portugal não é protetorado do Vaticano e o PR sacristão. Ao bajular o Papa não cumpriu uma visita de Estado, levou a cabo uma promessa pia, denegriu a imagem de Portugal e traiu a laicidade.
A AAP lamenta que o presidente de todos os portugueses se pretenda reduzir a um mero presidente dos católicos portugueses, excluindo os que, mesmo sendo católicos, honram o carácter laico da Constituição.
O católico Marcelo pode oscular o anelão de um bispo, ajeitar-lhe a sotaina, polir-lhe o báculo ou ajoelhar-se-lhe aos pés. O devoto, para salvar a alma, pode dobrar a espinha dorsal, salivar de volúpia nos pés de um ícone do seu deus, empanturrar-se em hóstias e demorar-se a rezar o terço enquanto nada no mar ou aguarda o sono.
O que o Presidente da República não pode fazer é lamber a mão de um clérigo, inclinar-se subservientemente, deixar-se fotografar num ato humilhante para a República laica que representa e portar-se como se a CRP, que jurou, permitisse o aviltamento do seu guardião.
Portugal não é protetorado do Vaticano e o PR sacristão. Ao bajular o Papa não cumpriu uma visita de Estado, levou a cabo uma promessa pia, denegriu a imagem do País e comprometeu a laicidade.
Este não foi o mau começo da primeira saída do país, foi o fim do respeito que merecia a todos, passou a ser o presidente dos católicos portugueses.
Por
Ferreira Fernandes – DN
«No hospital das Nações Unidas, em Dohuk, no Norte do Iraque, um mistério: entre as jovens yazidis fugidas do Estado Islâmico, a baixa percentagem de yazidis grávidas. Entre 700 jovens e adolescentes violadas durante meses, só 5% engravidaram, quando a taxa deveria ser cinco vezes superior.»
Mas o Islão é uma tragédia feita de crueldade e preconceitos, como se verá AQUI.

O cardeal Philippe Barbarin, arcebispo de Lyon
Um novo escândalo de pedofilia no seio da Igreja Católica francesa encostou esta terça-feira à parede o cardeal Philippe Barbarin, arcebispo de Lyon, depois de o primeiro-ministro francês, Manuel Valls, lhe ter pedido que “assuma as suas responsabilidades”.
A declaração de Manuel Valls, que pediu ao cardeal “não apenas palavras, mas actos”, acentuou a pressão sobre monsenhor Philippe Barbarin, uma das personalidades mais influentes da Igreja francesa, acusado por vítimas de padres pedófilos de não ter denunciado estes actos dos quais tinha conhecimento.
“Nunca encobri o menor acto de pedofilia“, declarou no entanto o cardeal Barbarin pouco tempo depois, numa conferência de imprensa improvisada em Lourdes, onde está reunida a Conferência Episcopal Francesa.
15 Mar, 2016 – 12:11
Padre espanhol Vallejo Balda diz ter sido pressionado para divulgar segredos da Santa Sé pela arguida Francesca Chaouqui, que lhe terá dito que era dos serviços secretos italianos.

O sacerdote espanhol Vallejo Balda, que trabalhava na curia romana, confessou ter fornecido documentos secretos do Vaticano a jornalistas, no âmbito do processo que ficou conhecido na imprensa como Vatileaks II.
O Diário de uns ateus é o blogue de uma comunidade de ateus e ateias portugueses fundadores da Associação Ateísta Portuguesa. O primeiro domínio foi o ateismo.net, que deu origem ao Diário Ateísta, um dos primeiros blogues portugueses. Hoje, este é um espaço de divulgação de opinião e comentário pessoal daqueles que aqui colaboram. Todos os textos publicados neste espaço são da exclusiva responsabilidade dos autores e não representam necessariamente as posições da Associação Ateísta Portuguesa.