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1 de Agosto, 2016 Carlos Esperança

Os Jihadistas e as virgens

Se os dementes confiassem mais na razão do que na fé, escutassem as hormonas em vez dos apelos das madraças, e louvassem a vida em vez de recitarem o Corão, trocariam as 72 virgens por uma só mulher, e um dia de apoteose do amor pela eternidade do estado lastimável em que se apresentam.

jhiadista

29 de Julho, 2016 Carlos Esperança

Já havia a água benta

Aliás, a água benta é um velho produto sem ensaios duplo-cegos que comprovem a diferença da outra.

Agora há também o ‘sabão em pó‘, ungido.

E tolos que o compram, tal como à água benta, habitualmente à borla, como brinde.

28 de Julho, 2016 Carlos Esperança

É preciso evitar a xenofobia

Pensar que os muçulmanos são irrecuperáveis é ignorar o percurso dos católicos desde as Cruzadas, a Evangelização e a Inquisição até hoje.

O que mais desejam os terroristas é a repressão indiscriminada contra os muçulmanos para os mobilizar para a ‘guerra contra os infiéis’.

Não podemos fazer-lhes a vontade.

27 de Julho, 2016 Carlos Esperança

A frase

Terrorismo islâmico – A luz ao fundo do túnel

«Cabe-nos, muçulmanos, cumprir as nossas responsabilidades. É necessário fazermos a limpeza porque o que se passa faz-se em nome do islão e dos muçulmanos.»

(Kamel Kabten, reitor da mesquita de Paris, ontem)

26 de Julho, 2016 Carlos Esperança

O terrorismo, o medo e as liberdades

É impossível viver em permanente sobressalto, fugir dos espaços públicos e condicionar a autonomia, numa espiral de medo, que deixa vazias as cidades e restringe a liberdade.

A monótona, e cada vez menos espaçada repetição de atos terroristas, provoca o pânico coletivo e amolece a exigência de respeito pelos direitos individuais.

Progressivamente vamos pactuando com a vigilância generalizada no que devia ser a reserva de intimidade, a troco de precária segurança. O ambiente propício à xenofobia e ao racismo está criado, e a democracia não resiste a estados de sítio ou de exceção, que se tornam regra, nem à vigilância musculada de toda uma sociedade.

Sendo notória a origem do terrorismo urge responsabilizar as comunidades onde nasce e obrigá-las a aceitar os costumes e a cultura que as acolhe.

Não podemos ceder a iniciativa à extrema-direita, religiosa ou laica, e à demagogia do populismo. As democracias têm legitimidade para exercer particular vigilância sobre as comunidades de risco e responsabilizá-las pelas suas cumplicidades. É preciso impedir o perigo de quem é fanatizado desde a infância e constrangido nos guetos que habita.

O nacionalismo e a religião não podem justificar os crimes e atenuar as penas. Tal como sucedeu com o álcool e outras drogas, devem deixar de ser atenuantes e passarem a ser motivo de agravamento das penas, por incitamento à violência e aos crimes sectários.

Não gosto de ver degolar padres católicos, a dizer missa, e abomino os repetidos ataques a quem ouve música, passeia ou vai para o trabalho, na demente espiral de violência por um Deus tão estúpido como os seus crentes.

 

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