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Categoria: Religiões

7 de Abril, 2015 Carlos Esperança

Um padre do tempo de João Paulo II

Padre católico considera celibato de Hitler exemplo para sacerdotes
Fotografia © André Gouveia / Global Imagens

“Ele não se casou porque, tal como o sacerdote na sua paróquia, queria estar só para o povo alemão”, argumentou o padre austríaco.

Um padre católico austríaco afirmou hoje que os sacerdotes devem obedecer ao celibato para servir os seus paroquianos, da mesma forma que Hitler não se casou para servir o povo alemão, informaram meios locais.

“Hitler tomou o celibato como modelo em ‘A Minha Luta'”, assegurou num jornal paroquial o sacerdote Eberhard Amann, referindo-se ao livro que o dirigente nazi explicou a sua ideologia e cuja venda está proibida na Áustria.

“Ele não se casou porque, tal como o sacerdote na sua paróquia, queria estar só para o povo alemão”, argumentou o padre.

Amann, responsável da paróquia de Sankt Gallenkircher, na região de Vorarlberg, incluiu este comentário no número de abril da publicação paroquial, informou o portal Vorarlberg Online.

Segundo a radiotelevisão pública austríaca, ORF, o pároco lamentou que se tenha voltado a publicar um comentário que estava incluído num artigo sobre o celibato que escreveu há 20 anos.


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7 de Abril, 2015 Carlos Esperança

Do Pogrom de Lisboa à violência islâmica de hoje

Abril era mês e 19 dia, de um domingo do ano 1506 da era vulgar. Reinava el- rei D. Manuel I e no convento de S. Domingos, em Lisboa, rezava-se com fervor pelo fim da seca, da fome e da peste. Um crente, embrutecido pela fé e, certamente, pelo clero, viu no altar o rosto iluminado de Cristo, milagre que os devotos julgaram de bom augúrio.

Um cristão-novo, a quem a astenia da fé não estiolara a razão, tentou explicar o prodígio com o reflexo da luz mas, calado pela multidão, foi espancado até a morte. Em Portugal, nove anos depois da conversão forçada, os judeus ainda eram os suspeitos habituais da heresia que incitava a vingança divina, aplacada com a morte dos hereges, acusados de deicídio e de todos os males.

Com a corte em Abrantes, para fugir à peste, a populaça, instigada por dominicanos que prometiam a absolvição, a quem matasse hereges, fez a «Matança da Páscoa». Homens, mulheres e crianças foram chacinados e queimados em fogueiras improvisadas, junto ao largo de São Domingos. No alvoroço, o escudeiro do rei, João Rodrigues Mascarenhas, um cristão-novo, foi morto por engano por crentes exaltados, entre milhares de pessoas que Deus se encarregaria de descobrir quais eram judias.

A barbaridade de há meio milénio é uma nódoa indelével cujo enforcamento, por ordem do rei, dos frades beneditinos que incitaram ao crime, não apagou. A Inquisição viria depois para prolongar até à náusea a infâmia da demência cristã.

Hoje, depois do Renascimento, do Iluminismo e da Revolução Francesa, o cristianismo comemora o mito da ressurreição pacificamente e em festa, enquanto a cegueira da fé e do Corão espalham o medo e a morte. No Iémen, a Cruz Vermelha Internacional pediu uma trégua de 24 horas para prestar cuidados de saúde a 1700 feridos que sobreviveram a 519 mortos. Numa universidade do Quénia, mais de 800 estudantes foram atacados por jihadistas da Al-Shabab que indagavam se eram cristãos ou muçulmanos. Mataram 148 que não sabiam ler em árabe os preceitos muçulmanos. Na Nigéria, continuam os raptos e um ex-ditador islamita ganhou as eleições. Prometeu eliminar o terrorismo mas é adepto da ‘sharia’. Naturalmente. Os Estados norte serão submetidos à lei islâmica e o sul, cristão, ficará também dominado por um muçulmano democraticamente eleito.

Al-Qaeda, Boko Haram ou Estado Islâmico são metástases do mesmo cancro. Não se fala em matanças da Páscoa porque os facínoras não têm Páscoa nem fazem tréguas às matanças e infundem o terror e a violência de que são portadores lembrando os tempos mais sombrios do passado cristão das Cruzadas e da evangelização.

E nós, livres-pensadores, cristãos, ateus, ou crentes de qualquer outra religião menos violenta e implacável, esperamos que a ‘verdadeira interpretação’ do Corão, o manual terrorista, o torne humanista e defensor da laicidade.

2 de Abril, 2015 Carlos Esperança

Um bispo sem alvará

Vaticano é informado sobre sagração irregular ocorrida em Nova Friburgo-RJ

A Nunciatura Apostólica no Brasil enviou ao Vaticano o comunicado da Diocese de Nova Friburgo, na região serrana do Rio informando sobre a sagração irregular promovida no município no último dia 19 de março pelo bispo britânico d. Richard Williamson, de 75 anos. No Mosteiro de Santa Cruz, o adepto da corrente de católicos tradicionalistas nomeou bispo o padre francês Jean-Michel Faure, de 73 anos.

1 de Abril, 2015 Carlos Esperança

Ressurreição e plágios

RESSURREIÇÕES

Attis (Frígia – Roma) 1200 a.C.
Nasceu dia 25 de dezembro; Nasceu de uma virgem; Foi crucificado, morreu e foi enterrado; Ressuscitou no 3º dia;

Krishna (hindu – índia) 900 a.C
Nasceu dia 25 de dezembro; Nasceu de uma virgem; uma estrela avisou a sua chegada;
Fez milagres; Após morrer, ressuscitou.

Dionísio (Grego) 500 a.C
Nasceu de uma virgem; Foi peregrino (viajante); transformou água em vinho;
Chamado de Rei dos reis, Alpha e ómega; Após a morte, ressuscitou;

O domingo de Páscoa marca o ápice da Paixão de Cristo e é precedido pela Quaresma, um período de quarenta dias de jejum, orações e penitências. A Páscoa é seguida por um período de cinquenta dias chamado Época da Páscoa que se estende até o Domingo de Pentecostes. O Primeiro Concílio de Niceia (325) estabeleceu a data da Páscoa como sendo o primeiro domingo depois da lua cheia após o início do equinócio vernal (a chamada lua cheia pascal)

31 de Março, 2015 Carlos Esperança

Uma falta danada !!!

Portugal

Aeroportos sem assistência religiosa – D. Vitalino Dantas

Uma preocupação sublinhada em entrevista à Rádio Vaticano pelo bispo de Beja e responsável da Mobilidade Humana na Conferência Episcopal Portuguesa, na sequência do acidente aéreo quer vitimou na ultima semana, nos Alpes franceses, 150 pessoas.

31 de Março, 2015 Carlos Esperança

O Islão é pacífico

Crianças recrutadas pelo Estado Islâmico decapitam nove xiitas na Síria

ONG explicou que vídeo do EI mostra jovens encapuzados e armados com fuzis automáticos

Nove crianças recrutadas pelo grupo jihadista EI (Estado Islâmico) participaram da decapitação de nove muçulmanos xiitas, denunciou neste domingo (29) o Observatório Sírio de Direitos Humanos. A ONG explicou que o EI divulgou um vídeo que mostra os nove menores cortarem o pescoço de suas vítimas, maiores de idade, até decapitá-las. Elas foram assassinadas após ser acusadas de pertencer ao ramo xiita do islamismo.

29 de Março, 2015 Carlos Esperança

Escolhas divinas

“Agradecemos a Deus pela bomba atómica ter vindo para nós, e não para os nossos inimigos; e oramos para que Ele possa nos guiar para usá-la em Seus caminhos, e para Seus propósitos”.

Presidente Harry, S. Truman, cit in P. Anderson, “A política externa norte-americana e seus teóricos”,

(Ed. Boitempo, SP, 2015 p:42 )