Loading

Carlos Esperança

17 de Março, 2011 Carlos Esperança

“…no debería haber capillas en las universidades públicas”

Por

E – Pá

Nos domínios do cardeal Rouco Varela, acende-se uma questão religiosa que tem por pano de fundo a Universidade Complutense (Madrid), as suas 5 capelas, um grupo de alunos[as] contestatários, um avisado reitor… e um incontornável convénio com a Conferência Episcopal (espanhola).

Uma mistura explosiva…

E uma interessante entrevista ao El País do reitor Carlos Berzosa link

 

17 de Março, 2011 Carlos Esperança

Sensibilidade dos alunos da Universidade Católica

Alunos da Universidade Católica que participam nas praxes envolveram-se esta noite em cenas de pancadaria com um grupo de sem-abrigo, em Braga.

Os incidentes começaram quando cerca de três dezenas de estudantes da Faculdade de Filosofia (FAC/FIL) da Universidade Católica de Braga, com um grupo de caloiros que praxavam, se terão dirigido aos sem-abrigo que descansavam nos claustros da Rua do Castelo, no centro de Braga. Esta foi a versão unânime dos vários transeuntes, parte dos quais chamaram a PSP.

15 de Março, 2011 Carlos Esperança

Associação Ateísta Portuguesa (AAP)

 

C O M U N I C A DO – Censos 2011

A Associação Ateísta Portuguesa (AAP) observa, há muito, a falta de rigor e o exagero com que as diversas religiões manipulam o número dos seus crentes, em especial a Igreja Católica Apostólica Romana (ICAR), para propaganda e obtenção de privilégios.

Seria inócuo o abuso dos números se não fossem usados para pressões sobre os Governos e a obtenção de benefícios indevidos, que roçam a imoralidade na nomeação discricionária de professores de Religião, em benefícios fiscais, na captura do ensino, saúde e assistência, em condições de privilégio face a outros grupos de cidadãos, num excesso que compromete a laicidade a que o Estado está constitucionalmente obrigado.

Aproximando-se o censo de 2011, e sendo esta operação a única que permite a contagem oficial do número de crentes de cada religião, para fins meramente estatísticos, como é justo, a AAP apela a todos os ateus, cépticos, agnósticos e livres-pensadores para que assinalem a sua condição de cidadãos «sem religião». Evita-se assim que as religiões exagerem o número de crentes que reivindicam, incluindo os que, por tradição familiar ou coacção social, foram baptizados e inscritos numa religião em que não acreditam.

No questionário individual, a pergunta 36 [Resposta Facultativa (Decreto-Lei n.º 226/2009 de 14 de Setembro)] pede para se indicar a religião, destinando a casa n.º 8 para assinalar «Sem Religião». Para defesa da verdade e correcção da falsidade dos números, a AAP reitera o seu pedido para que todos, crentes ou não, respondam com honestidade à referida pergunta.

A Associação Ateísta Portuguesa solicita a divulgação deste comunicado à Comunicação Social e pede a todos os portugueses o empenhamento cívico no censo de 2011.

Associação Ateísta Portuguesa – Odivelas, 14 de Março de 2011

14 de Março, 2011 Carlos Esperança

Matar como a fé manda

Fundador de cadeia de TV islâmica condenado por homicídio

Muzzamil Hassan, fundador da cadeia de televisão “Bridges TV”, criada nos Estados Unidos para difundir o islamismo, foi condenado hoje (quarta-feira nos Estados Unidos) a 25 anos de prisão por ter decapitado a sua mulher num conflito de honra.

De acordo com a CNN, o juiz Erie Thomas Franczyh não só aplicou a pena de cadeia como impôs medidas de protecção aos dois filhos de Muzzamil Hassan. Um tribunal de júri já tinha considerado Muzzamil Hassan culpado de homicídio em segundo grau em Fevereiro, depois de um julgamento que se prolongou por três semanas.

13 de Março, 2011 Carlos Esperança

Deus não aprende com quem o criou – os homens

Começamos a Quaresma com um texto que nos possibilita reflectir sobre o projecto de Deus a respeito do ser humano. O livro do Génesis nos apresenta o homem sendo criado como o ponto alto de toda a criação, como imagem e semelhança de Deus. Exactamente por isso ele deverá proceder como superior a tudo e não deixar-se influenciar por nenhuma qualidade de qualquer coisa criada, deverá permanecer sempre livre!

É nesse exacto momento que entra o a perversão do Mal ao provocar no homem o forte e imperioso desejo de experimentar a fruta proibida, ao ponto de apequenar-se cedendo às qualidades olfactivas e visuais da fruta em detrimento da orientação do Criador.