O cardeal Rouco apresenta o plano para evangelizar Espanha
Os bispos espanhóis estão reunidos esta semana em assembleia plenária à procura da melhor maneira de evangelizar Espanha, convertida agora em terra de missão.
“Ele [Jesus] dá-nos hoje de novo a sua paz, abre o caminho para a vida e a bondade”, disse o Papa, após a oração do Regina Caeli, que durante o tempo litúrgico da Páscoa substitui o Angelus.
Comentário: A morte e a ressurreição, repetidas todos os anos, deixam de ser levadas a sério.
O juiz descobre que sóror Maria falsificou a inscrição no registo de um bebé roubado
A Irmã Maria, negou-se a falar perante o juiz Carretero no passado dia 12.
O caso da Irmã Maria, a freira acusada por roubar um bebé à mãe na extinta maternidade do hospital madrileno de Santa Cristina, pode levar esta religiosa, de 87 anos, ao banco dos acusados por delitos de detenção ilegal e falsidade.
ONOFRE VARELA EXPÕE DESENHO E PINTURA
Na próxima Terça-feira, dia 24 de Abril, pelas 15 horas, será inaugurada uma exposição de Onofre Varela, no Auditório Municipal de Gondomar, mantendo-se patente até 13 de Maio. Integrada na comemoração dos 38 anos da Revolução de Abril, a abertura da exposição será precedida da cerimónia da entrega dos prémios do concurso escolar para a criação do Cartaz de Abril (concurso que tem o alto patrocínio da Câmara Municipal de Gondomar, e foi aberto a todas as escolas do concelho).
A mostra constará de desenho, pintura, ilustração, caricatura,cartune, banda desenhada e ilustração científica, e a erimónia contará com uma pequena representação teatral pelo artista plástico que também se aventura nas artes de palco.
“Obra Vária 6” reúne o maior número de trabalhos que Onofre Varela já expôs, e nela se integram desenhos e pinturas que abarcam um período de tempo alargado, que vai de 1968 a 2012, e algumas das obras são mostradas pela primeira vez. É o caso do “Nu incompleto”, auto-retrato a óleo sobre tela, iniciado na década de 80 e nunca concluído.
A década de 80 foi um período em que o autor experimentou alguma inquietação emocional, o que o levou à produção de desenhos a tinta da china representando seres aflitivos e monstruosos, a que chamou “Pesadelos”. Alguns dos desenhos dessa série têm aqui a sua primeira mostra pública, e contrastam flagrantemente com a sua obra mais conhecida marcada pela forte tónica satírica e humorística. O quadro “Nu incompleto” esteve guardado 28 anos sem ser visto por ninguém, nem pelo próprio autor. É agora mostrado pela primeira vez, juntamente com alguns dos desenhos inquietantes produzidos no mesmo período.
A mostra pode ser vista de Terça a Sexta, das 10h00 às 12h00, das 15h00 às 19h00 e das 21h00 às 23h00. Aos Sábados, das 15h00 às 19h00 e das 21h00 às 23h00, e aos Domingos das 10h00 às 12h00 e das 15h00 às 18h00. Encerra aos Feriados e às Segundas-feiras.
A Associação Ateísta Portuguesa (AAP) sempre considerou desnecessária a concordata assinada entre a Santa Sé e a República Portuguesa, no dia 18 de Maio de 2004, e acha-a lesiva dos interesses nacionais pelos privilégios que confere à Igreja católica.
A questão dos feriados veio confirmar que, além de desnecessária num país onde a liberdade religiosa está constitucionalmente consagrada, é uma fonte de perturbação da equidade com que um país laico deve tratar todas as religiões e, pior ainda, pretexto para a humilhação de um Estado soberano que o Vaticano trata como protetorado.
O Estado foi subserviente com a Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), que lhe impôs a eliminação de dois feriados cívicos para prescindir de igual número de feriados católicos e, provavelmente, influenciou a eliminação do feriado emblemático do 5 de Outubro, data a que se deve a separação da Igreja/Estado.
A AAP, não se pronunciando sobre eventuais razões económicas ou motivos ideológicos que tenham conduzido à eliminação de quatro feriados, por não constar dos objetivos estatutários, sente-se indignada com a pusilanimidade do Governo perante a CEP, manifesta o seu repúdio perante a prepotência, tartufismo e arrogância do Vaticano e o seu mais vivo repúdio pela Concordata com que a Igreja católica afronta a República e humilha Portugal.
Na defesa da igualdade religiosa e da dignidade do Estado Português, onde há cúmplices do Vaticano, a AAP irá promover um abaixo-assinado para recolha das assinaturas necessárias à discussão, na Assembleia da República, da Concordata, tratado que envergonha Portugal e cumula de privilégios uma religião particular em detrimento das outras.
Direcção da Associação Ateísta Portuguesa – Odivelas, 20 de Abril de 2012
O Vaticano decidiu nomear um bispo para reorganizar o grupo religioso Leadership Conference of Women Religious (Conferência de Liderança de Mulheres Religiosas), que reúne a maioria das ordens religiosas femininas dos Estados Unidos, por considerá-las muito liberais.
Os candidatos do PS e do PSD para o Tribunal Constitucional (TC) são membros do Grande Oriente Lusitano, a obediência mais influente da maçonaria.
A informação é avançada pelo “Público”, que lembra que a escolha destes dois maçons para o Constitucional surge poucos meses depois da controvérsia originada por um relatório do PSD que designava a maçonaria como “grupo de pressão”, “influente” e capaz de afectar a “credibilidade” dos serviços secretos.
Tal como previ, os tartufos, hábeis na dissimulação, depois de conseguirem eliminar o 5 de outubro e o 1 de Dezembro, do calendário dos feriados, começaram por protelar o fim de dois dias litúrgicos para, agora, contestarem o fim dos feriados religiosos, que os bispos aceitaram, e de que o Papa discorda com refinada duplicidade.
O respeito devido aos crentes não pode estender-se ao Vaticano, onde o diretor-geral da multinacional da fé, herdeiro da política das concordatas, continua a considerar países laicos como protetorados. O envio a Lisboa de monsenhor Fabio Fabbri, para afirmar que “não se pode deitar fora” o feriado do 01 de Novembro (Todos-os-Santos), a “festa da família”, e questionar os motivos “por que se atacaria a celebração da Assunção de Maria” (15 de Agosto), é um ato de hipocrisia e de chantagem sobre um Governo que não impõe ao Vaticano, num elementar ato de reciprocidade, que celebre o 25 de Abril.
O 5 de outubro não é apenas a data que mudou o regime, que vivia do contubérnio entre o trono e o altar, é o marco histórico que transformou os vassalos em cidadãos, acabou com os títulos nobiliárquicos e recusou a sharia romana, instituindo o registo civil obrigatório, permitindo o divórcio e tratando com igualdade todas as religiões.
A Igreja Católica Apostólica Romana (ICAR) que transformou em Estado um bairro de 44 hectares, graças ao tratado de Latrão, negociado com Moussolini, a quem o Papa de turno chamou enviado da Providência, está a seguir os passos do fascismo islâmico que pretende submeter o mundo a Maomé.
O proselitismo deve ser contido com a laicidade, e a honra de um país não se troca pelo Paraíso que alguns governantes almejam com a capitulação perante as sotainas.
No liceu, numa aula de História, o professor pergunta ao aluno:
– Diga-me, menino Augusto, qual foi o português que, ao longo da sua vida,lidou mais de perto com os Santos?
O aluno pensa durante alguns momentos, respondendo por fim:
– Foi Henrique Galvão, senhor professor!
– Ora essa! – admirou-se o professor. Então porquê?
O aluno:
– Porque nasceu em Santa Isabel, no dia de Santo Hilário. Foi baptizado no dia de Santa Catarina e frequentou a escola de Santa Filomena. Morava no Campo de Sant’Ana, deu uma queda em Santa Bárbara e foi socorrido no Hospital da Ordem Terceira de São Francisco. Foi preso e julgado no Tribunal de Santa Clara, pelo juiz Santiago.
Esteve internado sob prisão no Hospital de Santa Maria, de onde fugiu no dia de Todos os Santos. Assaltou o paquete Santa Maria, ao qual deu o nome de Santa Liberdade. Passou pela Ilha de Santa Lúcia, a caminho de terras de Santa Cruz, fixando residência em São Paulo, na Rua de Santa Teresinha, onde viveu exilado, por causa de um “Santo” António que vivia em São Bento e era natural de Santa Comba!!!
(Autor desconhecido)
O Diário de uns ateus é o blogue de uma comunidade de ateus e ateias portugueses fundadores da Associação Ateísta Portuguesa. O primeiro domínio foi o ateismo.net, que deu origem ao Diário Ateísta, um dos primeiros blogues portugueses. Hoje, este é um espaço de divulgação de opinião e comentário pessoal daqueles que aqui colaboram. Todos os textos publicados neste espaço são da exclusiva responsabilidade dos autores e não representam necessariamente as posições da Associação Ateísta Portuguesa.