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19 de Outubro, 2011 Carlos Esperança

Brasil – clientela da ICAR em queda

Os dados recentes divulgados pela Fundação Getúlio Vargas deixaram a Igreja Católica em estado de alerta, pois há 30 anos os católicos representavam 90% da população brasileira, mas agora esse número é de 68%, o menor índice desde 1872.

O Brasil, que era o maior país católico do mundo, está cada vez mais rompendo relações com o Vaticano que já começa a se preocupar com a queda de fiéis, e afirma que as principais causas dessa perda são o aumento do secularismo e o surgimento cada vez maior de igrejas evangélicas.

19 de Outubro, 2011 Raul Pereira

O conselho do pastor

Conselho do Pastor



Só por mera curiosidade, alguém no Brasil me pode dizer se já conhecia este conselho pertinaz? E o pastor em causa, será este? É que, a avaliar pela amostra, não me admiraria nada…

19 de Outubro, 2011 Carlos Esperança

Vaticano: padre é detido ao pedir o sacerdócio para mulheres

O Globo

Um padre americano que defende a ordenação de mulheres para o sacerdócio foi detido nesta segunda-feira ao fazer uma manifestação no Vaticano pedindo o fim da restrição imposta a elas. Roy Bourgeois e dois simpatizantes foram retirados da Praça São Pedro em um carro da polícia.

18 de Outubro, 2011 Carlos Esperança

Comportamento genético da ICAR

Up to 300,000 Spanish babies were stolen from their parents and sold for adoption over a period of five decades, a new investigation reveals.

The children were trafficked by a secret network of doctors, nurses, priests and nuns in a widespread practice that began during General Franco’s dictatorship and continued until the early Nineties.
Read more: http://www.dailymail.co.uk/news/article-2049647/BBC-documentary-exposes-50-year-scandal-baby-trafficking-Catholic-church-Spain.html#ixzz1b5H6Je2H

Nota: Assim compreende-se melhor a raiva dos crentes que frequentam o DA.

18 de Outubro, 2011 Carlos Esperança

Os britânicos sabem como são as religiões

Uma recente pesquisa mostrou que 79% dos britânicos acreditam ser a religião a origem de muita miséria e conflitos no mundo. Do total, 11% discordaram dessa avaliação.

A pesquisa foi realizada pelo YouGov em parceria com o Departamento de Política e Estudos Internacionais da Universidade de Cambridge. Foram ouvidos 64.303 adultos (maiores de 18 anos).

17 de Outubro, 2011 Luís Grave Rodrigues

As perplexidades do Direito Penal

A história que o «Diário de Notícias» nos conta já não é nova, mas mantém ainda toda a actualidade: o Tribunal de Santo Tirso condenou a dois anos e meio de prisão, embora com a execução da pena suspensa, o “falso padre” que durante quatro anos celebrou missas, casamentos, baptizados e funerais em todo o país, inclusive na Sé de Braga.

Pelo que lemos na notícia, o falso padre foi punido porque burlou três pessoas a quem tem agora de indemnizar e pedir desculpas.

Muito bem!

Mas, ao que parece, o sujeito foi também punido por “usurpação de funções” e porque “lesou a fé das pessoas”.

E é aqui que a porca torce o rabo:

Em primeiro lugar porque a sentença judicial não nos explica o que raio é isso de “lesar a fé das pessoas”. Até agora sempre pensei que a «fé» era algo que existe ou não existe. E que, quando efectivamente existe, não há força humana – nem sequer divina – que consiga “lesar”.

Em segundo lugar, porque a sentença judicial parece estabelecer que para “lesar a fé das pessoas” é preciso uma autorização, assim uma espécie de alvará, que se obtém depois da frequência de um curso num seminário qualquer, depois do qual se adquire o título de padre, diácono ou sacerdote, ou lá o que é isso, ou ainda mais sugestivamente de “vigário”.

Com efeito, nunca vi nenhum “vigário” ser punido por “lesar a fé das pessoas”, quando lhes leva dinheiro para lhes tirar os pecados ou, com o único fito de lhes extorquir o dinheiro que têm, e até frequentemente o que não têm, as tenta convencer a peregrinar a um sítio onde a mãe virgem de um carpinteiro judeu que viveu há dois mil anos apareceu no cimo de uma azinheira para transmitir mensagens idiotas a três pastores atrasados mentais.

Deve ser porque tem alvará…

Em terceiro lugar, porque o “falso vigário”, passe a expressão, foi também condenado por “usurpação de funções”.

E é aqui que reside a maior perplexidade:

Será que é possível punir criminalmente por “usurpação de funções” alguém que se faça passar por psíquico, médium, parapsicólogo, astrólogo, tarólogo, vidente, vedor, padre, bispo, cardeal ou Papa, etc., etc., ou até mesmo por “médico” homeopata?

Como pode alguém “usurpar” coisas deste… género???

Ao mesmo tempo que deveria ser condenado por burla e a indemnizar as pessoas a quem extorquiu dinheiro, não deveria antes ter sido o homem condecorado – e agraciado com um subsídio estatal – por mostrar aquilo que é tão óbvio que deveria entrar pelos olhos dentro das pessoas?

De facto, não deveria alguém ser legalmente punido por “usurpação de funções” somente quando essas funções tivessem um mínimo de dignidade para merecer a atenção da lei penal quando eventualmente fossem “usurpadas”?…