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25 de Março, 2016 Luís Grave Rodrigues

Cruz

cruz

25 de Março, 2016 Carlos Esperança

Madre Teresa vai ser canonizada

O mito sobre a bondade de Madre Teresa de Calcutá, cultivado pelo Papa João Paulo II e ampliado pela comunicação social, não resiste a uma desapaixonada apreciação da sua vida e do seu pensamento.

A católica retrógrada, em sintonia com um Papa obsoleto, deu origem  a uma imagem construída para a indústria da santidade.

24 de Março, 2016 Carlos Esperança

Acontece

O voto de pobreza é para as crianças da casa do gaiato, ainda assim, há pecados mais graves, v.g., ser pai ou ter mulher.

O sacerdote, constituído arguido esta manhã pela PJ, terá adquirido casas e carros de luxo com desvio de verbas. Uma das cinco IPSS a que esteve ligado é a Casa…
DN.PT|POR RUTE COELHO
24 de Março, 2016 Carlos Esperança

Resposta à réplica do Sr. Padre Renato Poças

Senhor padre Poças:

Agradeço a carta que me enviou e relevo as censuras, que só a leitura pouco rigorosa da minha e divagações sobre o que ela não contém podem ter dado origem a inverdades, já que as diferenças de opinião são vistas como anticlericalismo, confundindo a falsidade e malignidade que o signatário vê nas religiões com animosidade ao clero.

Quando afirma, «Se na sua infância o obrigaram a beijar a mão do pároco tenho pena.», não se refere à minha carta, pois não passei por semelhante vexame e não o afirmei. Deduzo que recorreu a um texto meu, «O beijo na mão e o beija-mão», que interpretou ao contrário, «…uma tradição de reverência que na minha juventude se praticava em relação aos pais, padrinhos e párocos, ‘de que os hábitos familiares me exoneraram’».

Reli o texto que lhe escrevi e não encontro nele a falta de respeito que alega, mas não sou juiz das suas idiossincrasias e do modelo de educação que lhe serve de padrão. Se o magoei, acredite que não foi intenção minha, embora lhe sirva de pretexto para afirmar «não me permite ter um diálogo honesto, aberto, transparente» [comigo].
Quanto ao uso do seu nome, ponderei a obrigação católica de dar público testemunho da sua fé e o facto de se dirigir, sem pedido de confidencialidade, à Associação Ateísta Portuguesa (AAP), onde também o meu nome e n.º de telemóvel são públicos. Não vejo aí qualquer abuso ou desrespeito.

Quanto ao tema da nossa troca epistolar, o beija-mão do PR ao Papa do Sr. Padre Poças, nada diz ou, para usar uma expressão jurídica, ‘aos costumes disse nada’. E era esse o ponto único do comunicado da AAP que esteve, e está, na origem desta troca epistolar.

Lamento que o Sr. Padre Poças, à semelhança do clero católico, confunda o combate às religiões com o combate aos crentes e veja anticlericalismo na divergência de opinião.

Permita-me que lhe recorde, quanto à laicidade, agredida pelo PR no gesto de adulação ao chefe de Estado do Vaticano, que a sua ausência já é lamentada pelos cristãos quando se encontram em países onde dominam religiões concorrentes porque, ao contrário dos países europeus, não lhes foi aí imposta.

A nível pessoal, à semelhança do seu amável convite, retribuo com a oferta em Coimbra onde o receberei com a afabilidade com que trato as pessoas com quem convivo. O meu nome e número de telemóvel são públicos.

Aceite as minhas saudações republicanas, laicas e democráticas.

23 de Março, 2016 Carlos Esperança

Réplica do Sr. Padre Poças

Olá caro Sr. Carlos Esperança.

Andei a pensar alguns dias na sua resposta. Comprometi-me a fazer o esforço mental de o tentar perceber. Posso dizer-lhe que foi maravilhoso os caminhos por onde andei. Infelizmente…

Depois de ter consultado o seu facebook percebi que a falta de respeito com que me tratou não me permite ter um diálogo honesto, aberto, transparente. Conclui que o senhor é muito mais anticlerical que ateu e/ou laico e uma das provas disso foi a necessidade de publicar a resposta à minha mensagem.

Se na sua infância o obrigaram a beijar a mão do pároco tenho pena. Muita pena. A mim já não o fizeram o que não diminuiu a minha estima por ele. Posso dizer-lhe que sou padre hà 8 anos e nunca fui obrigado a beijar a mão a um clérigo. Quer dizer que os hábitos são também próprios d eum tempo e de uma cultura e se vão corrigindo com o tempo. Como poderá ver na imagem que lhe envio em anexo já passou muita água debaixo do rio depois dessas histórias.

Sabe, eu também tive a tentação de mostrar a minha discordância à atitude da associação que representa no facebook. Não o fiz e disse-lhe que não o queria fazer pois essa não era a minha motivação. Era apenas percebê-los e quis fazer isso de forma respeitosa. Com alguma ironia e dor Agradeço no entanto o seu contributo para que as trincheiras da intolerância, do anticlericalismo, do ping-pong igreja-laicidade estejam agora mais fundas. Penso ter sido esse o bom contributo que afinal deu ao meu objetivo. Lamento.

Tenho pena, muita pena que não haja ateus e defensores da laicidade que me saibam responder de forma isenta às minhas sedes de compreensão. Até prova de contrário só me leva a concluir que muito do ateísmo e laicismo anunciado não é uma opção de vida mas uma resposta proativa aos pecados da igreja ou somente à igreja, os de hoje e do passado. Ela (a igreja) sabe que os tem e os caminho de os curar são outros.

Discordo pois de uma laicidade que em nome de uma suposta paz e progresso social e cultural ataca ferozmente as religiões. Agora é a católica, futuramente serão outras. Posso dizer-lhe que se julga que esse é o caminho de uma estado laico esqueça. Lembro que por duas vezes o estado já se viu livre da igreja (ou partes dela) expulsão dos jesuítas e expulsão das ordens religiosas. Como se percebe pela história esse não foi um caminho saudável para ninguém e por isso se recuou. Não porque a igreja o impusesse mas porque o estado assim o desejou.

Foi no entanto bom para mim as descobertas que fiz depois da sua resposta.

Tinha uma bela resposta para partilhar consigo pois posso dizer-lhe que consegui compreender parte das vossas razões e discordâncias mas depois do que vi conclui que não vale a pena.

Depois do que fez e de ter usado o meu nome (podia tê-lo ocultado) seria um bom serviço à verdade publicar a primeira mensagem que lhe enviei e também esta que agora lhe envio.

Não exigirei no entanto que o faça.

Concluindo deduzo que terei de procurar outra pessoa que me ajude naquilo que não me conseguiu ajudar. Obrigado na mesma pela disponibilidade para me responder.

Gostava de lhe desejar uma Boa Páscoa mas como não acredita desejo-lhe uma Boa Primavera que é a coisa simbolicamente mais próxima desta.

Até qualquer dia. Se aparecer pelo Porto (zona do centro histórico) avise, poderemos sempre tomar um café.

Acredite que fiquei triste mas não guardo ressentimento.

fique bem.

pe. renato poças

23 de Março, 2016 Carlos Esperança

E violam… de forma grosseira

Associações de pais consideram que as missas em escolas violam a Constituição.

GONÇALO SANTOS/GLOBAL IMAGENS

A Federação Regional de Lisboa as Associações de Pais pediu esclarecimentos ao ministro da Educação

A Federação Regional de Lisboa das Associações de Pais (FERLAP) considera inaceitável a celebração de missas nas escolas, por violar artigos da Constituição, e solicitou esclarecimentos ao ministro da Educação, pedindo-lhe que “reponha a normalidade”.

23 de Março, 2016 Carlos Esperança

O beijo na mão e o beija-mão

Não, não sou contra o beijo, essa revelação de afeto que pode começar na mão e acabar onde a geografia do corpo e o entusiasmo dos sentidos possa levar, num percurso a que as hormonas e o consentimento mútuo marcam a duração, intensidade e reciprocidade, numa explosão de alegria e satisfação.

Desprezo o beija-mão, uma tradição de reverência que na minha juventude se praticava em relação aos pais, padrinhos e párocos, de que os hábitos familiares me exoneraram. As origens medievais, na cultura lusófona, fizeram dele o costume monárquico, herdado depois pela corte imperial brasileira, em que o vassalo mostrava reverência ao monarca, em cerimónia pública ou, antes de solicitar alguma mercê, em privado.

Há sociedades onde o beija-mão permanece, não como mera tradição, mas com carácter imperioso, nas religiões e na máfia, duas instituições onde os graus hierárquicos são de respeito obrigatório e, na última, condição de sobrevivência.

Permanece em algumas religiões o hábito do beijo recíproco, entre iguais, (são sempre homens os clérigos) e o beija-mão do inferior ao superior e do crente ao clérigo.

Em sociedades democráticas, laicas e secularizadas, subsiste nas cerimónias privadas, pias e discretas, sem que os chefes de Estado humilhem os países que representam em atos públicos de obsoleta reverência.

É inaceitável que, sendo católicos, o presidente da Junta de Freguesia, oscule a mão do pároco, o presidente da Câmara a do arcipreste ou a do bispo, quando autarca na sede de distrito, o edil de Lisboa a do cardeal-patriarca e o PR a do Papa de Roma.

O poder civil, democraticamente sufragado, não pode, por respeito ao carácter laico da Constituição, e por decência, dobrar-se servilmente, genufletir-se ou atirar-se ao anelão de um bispo com o denodo com que S. Tiago se atirava aos mouros.

22 de Março, 2016 Carlos Esperança

Onde está a laicidade constitucional?

POLITICA e a RELIGIÃO CATÓLICA a prejudicar as Aulas das Crianças. Já Chega.
Quando vai acabar com isto aqui no Norte de Portugal Religião e Politica sempre juntos a prejudicar as crianças que são de outras Religiões, Credos ou Doutrinas, ou porque os Pais são outros Partidos que não o da mesma cor da Câmara Municipal ou da Freguesia em que pertence.
Pois assim como indica o Video, a Escola de Lousado Vila Nova de Famalicão já tinha sido inaugurada no começo do ano Lectivo emSetembro e como estas Pessoas Padres, Presidente da Câmara (PSD), Presidente de Junta (PSD) e Professores não tem escrúpulos para fazerem de tudo para perturbar as Aulas das crianças, pois tiveram que ir Benzer a escola agora em pleno dia de Aulas, e isto é prato do dia agora na Pascoa a mesma coisa, ao longo do ano sempre com a Religião e Politica a prejudicar os alunos, quando isto vai acabar.
Depois alem disse diz o Presidente da Câmara no vídeo que a escola foi ajudada financeiramente por a Câmara Municipal, onde no Video se vê uma Placa a dizer que a Escola foi financiada pela Comunidade Europeia. O porque que estas pessoas não fazem isto ao fim de Semana e tem que fazer isto benzer em dias da Semana quando lá tem alunos de todas as Religiões porque não respeitam as crianças e os Pais que são de outras ????? Isto só pode ser Fanatismo não tem outro nome, sendo tudo isto proibida nas Escola a muitos anos como é que a coordenadora das Escolas de Ribeirão aceitam isto tudo e ate aplaudem tudo isto, também o que anda a fazer o Ministério da Educação. Quando Portugal vai respeitar o direito dos outros por serem de outras Religiões, Credos. Doutrina, Cor Partidárias ou Futebolísticas ???
Em Vila Nova de Famalicão é feito nas Escolas em todas as Freguesias, sempre em plana dia de aulas, acabem com isto pede.se o favor que respeitem os outros….
Porque com isto colocarem no Plano curricular nas Escolas estes Deuses de Pau e de Pedra, os Presidentes das Camaras Municipais e Presidentes de Juntas de Freguesias a pedir o voto PSD as Crianças e os Padres a pedir as Crianças que sejam forçosamente Católicos……
https://www.facebook.com/jornaldoave/videos/1676577902611206/?pnref=story

22 de Março, 2016 Carlos Esperança

Bênção do Papa é mais eficaz?

Cidade do Vaticano (RV) – O brasiliense Gabriel del Fiaco, voluntário brasileiro para a Jornada Mundial da Juventude em Cracóvia, em julho, participou da celebração do Domingo de Ramos com o Papa Francisco, no domingo.

Em entrevista à Rádio Vaticano, ele conta sobre a passagem por Assis e Montecassino, na Itália, de onde provêm os ramos que foram abençoados pelo Papa e que serão levados à Cracóvia e distribuídos em uma ocasião especial.