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Carlos Esperança

21 de Novembro, 2009 Carlos Esperança

Livros tóxicos

As civilizações não se chocam. Elas encontram-se, fundem, combinam, conversam entre si, e evoluem. O que colide na sociedade humana são a indiferença e os excessos de poder; e na natureza humana, com ou sem religião, há alguns que padecem deste mal.

Comentário: O que se choca é a civilização e a barbárie.

19 de Novembro, 2009 Carlos Esperança

A religião na origem da guerra

(Reuters) – Um líder rebelde checheno no exílio disse que a Rússia pretende aumentar fortemente a sua presença militar no turbulento sul do país, região de maioria muçulmana.
(…)
Líderes locais e analistas dizem que a violência é alimentada por uma mistura de islamismo, disputas feudais e pobreza.

Comentário: Este segundo parágrafo explica tudo. A religião não é causa única mas está presente.

18 de Novembro, 2009 Carlos Esperança

Religiões pacíficas

Igreja da cientologia acusada de tortuta na Austrália

A Igreja da Cientologia poderia ser objecto de um inquérito na Austrália depois de um senador a ter acusado de estar implicada em abortos forçados, actos de tortura, abusos sexuais, violências, actos de chantagem e malfeitoria várias, segundo declarou o primeiro-ministro australiano Kevin Rudd.

18 de Novembro, 2009 Carlos Esperança

I CENTENÁRIO DA REPÚBLICA: em prol das comemorações populares…

Por

BandeiraPortuguesa14-full[1]

E – Pá

As comemorações do I Centenário da República Portuguesa deverão integrar festas nacionais de cariz eminentemente popular.

Estas devem para além de ser uma confraternização viva e alegre, o sublinhar dos valores republicanos, o limpar a História de todo o lixo saudosista, retrógrado e revivalista e devem, acima de tudo, evocar o grande acontecimento revolucionário da História moderna – a Revolução Francesa, em meu entender, o seu remoto inspirador.

Nunca é demais, numa altura em que sectores sociais e políticos se movimentam para integrara as Comemorações, referir os princípios republicanos. Estes passam por:

Em primeiro lugar, pela concretização de um desígnio inerente à própria concepção de Res publica: o INTERESSE COLECTIVO que se sobrepõe aos interesses privados e particulares (legítimos, mas – sempre – subordinados ao colectivo);

Outro, será a EQUIDADE, em que deixam de existir súbitos para prevalecer a cidadania. Esta equidade nasce de profundas lutas contra arbitrariedades, despotismos, ditaduras a favor do primado da Lei, onde todos os cidadãos são iguais. Ninguém está acima da Lei!

A intolerância religiosa e as históricas consequências (que chegaram até aos dias de hoje…) integram nestes princípios a defesa da liberdade religiosa, só concebível com a separação entre a Igreja e o Estado, isto é, a República será sempre LAICA;

A LEGITIMIDADE (e a representatividade democrática) da República nasce da concepção de que só a participação colectiva de todos os cidadãos e onde o exercício do poder é legitimado pelos votos dos cidadãos;

A República é, também, subsidiária de PROJECTOS COLECTIVOS, amplamente discutidos e participados que preservando a memória histórica e a identidade popular são essencialmente dirigidos para as novas gerações.

Portanto, quando no horizonte nacional se perfilham influências estranhas, para não dizer contraditórias ao “espírito da República”, como por exemplo a Igreja, interessadas em protagonizar e, porque não, adulterar, tão representativa efeméride é mandatório pugnar para que, estas comemorações, sejam iminentemente populares, como aliás foram as lutas pela sua implantação.
Que o povo festeje a República na rua, nas colectividades populares, em arraiais, festas, música, bailes, ranchos, filarmónicas, culinária, exposições, etc.

Que as elitistas cerimónias oficiais e oficiosas protocolares, as retóricas inflamadas de políticos ignaros, as pias e solenes novenas em catedrais , etc., sejam marginalizadas…