30 de Outubro, 2009 Carlos Esperança
Canonização de Nun’Álvares

In O Santo Condestável de Tomás da Fonseca

In O Santo Condestável de Tomás da Fonseca
A Agência AsiaNews lançou uma campanha de sensibilização para que a lei sobre a blasfémia no Paquistão seja abolida. A agência, que pertence ao Pontifício Instituto das Missões Exteriores (PIME), recorda que, desde 2001, pelo menos 50 cristãos morreram em conseqüência dessa lei.
A lei sobre a blasfémia pune com a prisão perpétua ou com a pena de morte quem profana o Corão ou ofende o Profeta Maomé. Basta a acusação de uma única pessoa para ser detido ou assassinado. “Trata-se de uma norma aberrante, que propicia a discriminação, que ‘legaliza’ violências contra as minorias religiosas e cujos responsáveis permanecem na maioria das vezes impunes, graças à conivência da polícia e dos funcionários do governo” – explica a Agência.
Comentário: Ninguém nega a inquidade da lei. Estranha-se apenas que a Igreja católica não lute contra a mesma lei em Portugal, embora sem a severidade islâmica e de difícil aplicação devido à liberdade de expressão.
Um tribunal alemão impôs uma multa de 12 mil euros (30 mil reais) ao bispo católico ultra ortodoxo, Richard Williamson, por ter negado publicamente o Holocausto, algo que na Alemanha é um delito.
Um porta-voz disse que Williamson tem duas semanas para contestar a condenação por incitação ao ódio e racismo, que foi imposto por um tribunal da cidade de Ratisbona a pedido da Promotoria do estado da Baviera.
Comentário: São bispos fascistas os amigos que Bento 16 pretende ter de volta. Não admira.
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