Loading
13 de Fevereiro, 2016 Carlos Esperança

Um salto enorme para a ciência…

… e um desastre profundo para a fé.

Stephen Hawking: Descobriu-se nova forma de olhar o Universo

REUTERS/TOBY MELVILLE

A capacidade de detetar as ondas gravitacionais “tem o potencial de revolucionar a Astronomia”

O físico britânico Stephen Hawking afirmou hoje que a deteção das ondas gravitacionais, a última previsão ainda por comprovar das teorias do físico alemão Albert Einstein, abre a porta a “uma nova forma de olhar o Universo”.

Ler mais….

 

12 de Fevereiro, 2016 Carlos Esperança

Bem observado

Por
Amadeu Homem· (Copiado do seu mural)
 EU SEMPRE DESCONFIEI QUE ESTE CHICO-PAPA ERA UM IMBECIL. SE ISTO É VERDADE, JÁ NÃO DESCONFIO : TENHO A CERTEZA !

No próximo dia 7 de Maio dois homens, em representação das duas maiores religiões do mundo, vão esmurrar-se mutuamente, em nome da paz.

Pode parecer uma notícia satírica ou uma brincadeira de Carnaval, mas não é. O Papa anunciou há dias que vai decorrer um combate de boxe entre um muçulmano e um católico, em Las Vegas, que conta com o apoio de Francisco.

A notícia surgiu na Radio Vaticano, no final de uma reportagem que anunciava a realização da segunda edição do jogo de futebol pela paz, que junta estrelas do mundo do futebol, representantes de vários países e religiões, com a intenção de mostrar que o desporto pode ser um local de concórdia.

“Em seguida, o Papa Francisco anunciou dois eventos muito especiais: a 7 de Maio uma luta de boxe entre um católico e um muçulmano em Las Vegas; a 29 de Maio o ‘jogo pela paz’ no Olímpico, em Roma”, lê-se na notícia.

Na mesma manhã em que o anúncio foi feito, Francisco recebeu em audiência o presidente do Conselho Mundial de Boxe, Mauricio Sulaiman Saldivar, do México.

Não foram anunciados os nomes dos lutadores deste peculiar evento.

A Igreja nunca condenou o boxe enquanto desporto e a ideia de usar desportos de combate para ultrapassar divisões culturais, étnicas ou religiosas não é nova.

A táctica está a ser usada actualmente na República Centro Africana, onde jovens muçulmanos e cristãos estreitam amizades convivendo nos ringues. O caso foi explorado pela France-Presse a quem o organizador, Roger Junior Loutomo, presidente da federação centro-africana de boxe, disse que o desporto “é um símbolo de paz! Quando dois boxeurs lutam, no final abraçam-se, independentemente de quem ganha. É essa a mensagem que queremos transmitir”.

É certamente essa a mensagem também que Francisco quer fazer passar com este combate nos Estados Unidos.

A CERTEZINHA ABSOLUTA ! GRANDE IMBECIL. ESTE LAMENTÁVEL CHICO !

12 de Fevereiro, 2016 Carlos Esperança

Idiossincrasias islâmicas

Anúncio com Neymar é retirado das ruas de Meca por “violar santidade”
Cartazes com campanha publicitária do brasileiro para rede mundial de fast food causam polêmica em cidade santa para a fé islâmica, onde ocorre peregrinação anual.

Por GloboEsporte.comBarcelona, Espanha

Neymar campanha (Foto: Reprodução)

Uma campanha publicitária com Neymar causou polêmica em Meca, cidade na Arábia Saudita considerada santa para a fé islâmica. De acordo com o jornal “La Meca”, cartazes com uma foto do jogador – em um comercial para uma rede mundial de fast food – foram retirados das ruas da cidade por supostamente “violar a santidade religiosa” do local, onde ocorre peregrinação anual dos muçulmanos.

11 de Fevereiro, 2016 Carlos Esperança

O marketing do centenário dos embustes

Reverendos senhores Padres,

Caríssimos Amigos:

Na altura em que nos aproximamos do dia 13 de Maio e do solene centenário das Aparições de Nossa Senhora de Fátima, tomo a liberdade de sugerir a aquisição da obra – «NOSSA SENHORA DE FÁTIMA. HISTÓRIA DAS APARIÇÕES» – acabada de lançar no mercado livreiro, e que julgo ser um excelente contributo para a preparação de todos a viver mais profundamente estes tempos que nos conduzirão até ao centenário das Aparições (1917-2017).

(…)

«… Com o seu livro “Nossa Senhora de Fátima: História das Aparições”, quis testemunhar ao Papa Francisco apreço e gratidão pelas muitas iniciativas do seu pontificado a bem da paz e da justiça, na terra dos homens, e do perdão e fraternidade, no coração das pessoas e das famílias…

O Santo Padre acolheu, agradecido, a devota homenagem e as generosas disposições…»

(Excerto da carta do Papa Francisco ao autor do livro).

160 páginas, ilustrado (com algumas imagens inéditas).

Pode servir de oferta para pessoas amigas.

Para grupos católicos/paróquias e para quantidades, e apesar do Preço de Venda ao Público (PVP) de 12,50 euros a unidade em livraria, temos – e por esta via (em resposta a esta mensagem de correio electrónico ou pelo telefone que segue no final desta mensagem) – preços com descontos significativos:

1 exemplar – 9 euros;

2 exemplares – 15 euros;

3 exemplares – 21 euros;

4 exemplares – 27 euros;

5 exemplares – 33 euros;

6 exemplares – 39 euros;

7 exemplares – 46 euros;

8 exemplares – 51 euros;

9 exemplares – 56 euros;

10 exemplares –  62 euros;

20 exemplares – 115 euros;

30 exemplares – 160 euros;

40 exemplares – 205 euros;

50 exemplares – 255 euros;

100 exemplares – 510 euros;

etc.;

OS PORTES PELOS CTT, E COM PAGAMENTO ATRAVÉS DE TRANSFERÊNCIA BANCÁRIA, SÃO SEMPRE OFERTA.

EM CASO DE ENVIO À COBRANÇA, OS PORTES TERÃO DE SER SUPORTADOS PELO DESTINATÁRIO.

Estamos ao inteiro dispôr.

Com a estima do

José de Carvalho, Professor e Investigador de História

tel. 91 831 65 97

10 de Fevereiro, 2016 Carlos Esperança

A eutanásia, o direito à vida e a Igreja católica

A eutanásia não é uma decisão que possa ou deva ser tomada de ânimo leve. A posição que defendo, engloba as minhas opções filosóficas e, sobretudo, lições da vida.

Em 2011, tive uma experiência pessoal que é motivo de reflexão e se mantém presente quando escrevo sobre a eutanásia.

Aos 68 anos era um doente sem currículo e, em dois meses, passei a ter largo cadastro. Fui operado à vesícula biliar, intervenção que previa 48 horas de internamento, e acabei no Serviço de Reanimação, 52 dias, em coma profundo induzido, com uma septicémia provocada por uma bactéria ‘pseudomona multirresistente’.

Podia juntar recordações da guerra colonial e dos seus mutilados, de viúvos e órfãos que acompanharam o sofrimento sem esperança de quem mais estimavam, para emitir a opinião que perfilho em defesa da morte assistida, desde que existam precauções e se verifiquem alguns presupostos:

1 – A doença tem de ser considerada incurável, segundo o estado da arte médica;
2 – O sofrimento tem de ser declarado clinicamente;
3 – A decisão tem de ser do próprio ou de quem, na impossibilidade de este manifestar a sua vontade, tenha legitimidade para o substituir.

Dito isto, só quem desconheça casos de profundo, inútil e indesejado sofrimento pode, por preconceitos religiosos, opor-se à vontade de quem decida antecipar a morte. Aliás, não reconheço legitimidade a quem se oponha a uma medida voluntária e exclusiva da liberdade individual.

Deus não tem voto parlamentar. A liberdade individual não é referendável e os crentes não têm o direito de impor o martírio que as convicções pias exigem a si próprios.

A vida é um direito inalienável, mas não pode transformar-se em condenação inexorável.

7 de Fevereiro, 2016 Carlos Esperança

Vaticano – sombras e pesadelos

Integrante britânico de comissão do Vaticano sobre abuso sexual deixa grupo
Reuters

CIDADE DO VATICANO (Reuters) – Um integrante britânico da comissão consultiva do Vaticano sobre abuso sexual, que tem sido um dos críticos mais veementes do Vaticano, deixou o grupo, disse neste sábado a instituição.

Um comunicado do Vaticano afirmou que numa reunião da comissão “foi decidido” que Peter Saunders se licenciaria. Saunders, ele próprio vítima de abuso sexual por um padre, não respondeu imediatamente a uma mensagem de telefone para que ele comentasse as circunstâncias da sua saída.

Foi dito que Sauders agora “consideraria como melhor apoiar o trabalho da comissão”.

6 de Fevereiro, 2016 Carlos Esperança

A hipocrisia e a fé

Os gays islâmicos não trocam de posição na cama?

Aparentemente, não. Os ativos em geral são homens mais velhos e casados. Os passivos têm menos de 16 anos e fazem sexo a contragosto ou por dinheiro

Por: Duda Teixeira

Protesto contra evento sobre gays que aconteceu na embaixada americana em Lahore, no Paquistão, em 2011

Membros do maior partido islâmico do Paquistão, o Islami Jamiat Tulba (IJT) fazem uma manifestação contra os direitos dos homossexuais em frente à embaixada americana em Lahore, em 2011. Crédito: Arif Ali, AFP

No post Por que os terroristas do Estado Islâmico (Isis) executam gays, mas mantêm homossexuais em suas fileiras?, argumentei que muitos muçulmanos condenam os que se comportam como passivos, mas toleram os ativos. A indagação óbvia é: eles não trocam de posição? Resposta: não.