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Categoria: Não categorizado

18 de Março, 2009 Carlos Esperança

Conheça a história de Portugal

18/3/1487 – O Rei D. João II perdoou e pôs em liberdade, Fernando da Costa, Prior de Trancoso, por ter tido relações sexuais com 54 concubinas, das quais teve 275 filhos (200 filhas e 75 filhos): de 29 afilhadas teve 97 filhas e 37 filhos; de 9 comadres teve 38 filhas e 18 filhos, de 7 amas teve 29 filhas e 5 filhos, de 2 escravas teve 21 filhas e 7 filhos; de uma tia teve 3 filhos; de 5 irmãs teve 15 filhas e 3 filhos; e da própria mãe teve 2 filhos. A sentença está arquivada na «Torre do Tombo» (ano de 1487, maço n.° 7, armário n.° 5).

18 de Março, 2009 Raul Pereira

Na França…

Por vezes, embora cada vez mais raro, a França parece renascer como a Fénix e, quando isso acontece, é coisa que faz bem à Europa e ao Mundo:


«La France exprime sa très vive inquiétude devant les conséquences de ces propos de Benoît XVI”, a déclaré à la presse le porte-parole du ministère des affaires étrangères, Eric Chevallier. “S’il ne nous appartient pas de porter un jugement sur la doctrine de l’Eglise, nous estimons que de tels propos mettent en danger les politiques de santé publique et les impératifs de protection de la vie humaine”, a-t-il poursuivi.»

Mérci France!

Actualização:

Entretanto, outros países reagiram. Foram estes:

A Alemanha
A Bélgica
A Holanda
E a Espanha

[Agradeço os links ao @bossito e aguardo sentado a reacção do governo português, para não me cansar.]

17 de Março, 2009 Luís Grave Rodrigues

O Ícone

                             

16 de Março, 2009 Carlos Esperança

Previna os acidentes a fritar peixe

Com azeite Condestável a D. Guilhermina de Jesus não teria queimado o olho esquerdo. Mas um santo mais, vale o sofrimento.

Com azeite Condestável a D. Guilhermina de Jesus não teria queimado o olho esquerdo. Mas um santo mais, vale o sofrimento.

15 de Março, 2009 Carlos Esperança

Bento 16 – Papa integrista

Ainda cardeal, Bento XVI autorizou ensaio em revista ultradireitista

Arquidiocese de Viena dizia que texto tinha saído sem autorização.
Versão obtida pela revista “Der Spiegel” contra outra história.

***

Há quem tenha visto na reintegração dos seguidores do bispo fascista Marcel Lefebvre na Igreja católica a reabilitação efectuada por Bento 16 das posições anti-semitas e antidemocráticas do bando fascista.
É uma injustiça para com o Papa e uma ofensa ao Vaticano. É insinuar que o Papa não é anti-semita e antidemocrata. É insinuar que o Vaticano é um bastião da liberdade e um santuário do livre-pensamento.

Não há a mais leve suspeita sobre a simpatia de B16 pelos princípios democráticos nem o mais leve indício de que seja contra o anti-semitismo.

Aliás, o regresso ao latim indicia a sintonia fraterna com o bando dos quatro bispos da Fraternidade Sacerdotal São Pio X (FSSPX) fundada em Êcone, no ano de 1970, por retaliação às reformas do concílio Vaticano II.

O patrono escolhido para esse movimento foi o indício seguro do desvario reaccionário dos primatas tonsurados de Êcone. Pio X, papa de 1903 a 1914, foi um violento opositor à modernidade.

Os que dizem que o papa Ratzinger exige que os bispos da FSSPX aceitem as decisões do Concílio Vaticano II mentem e ofendem-no duplamente. Em primeiro lugar, porque em Junho de 2008, Bento 16 renunciou à exigência de que esses clérigos admitissem as decisões do Concílio Vaticano II e jamais, ele próprio, deu sinais de se conformar com tais deliberações, nomeadamente quanto à liberdade religiosa.
Bento 16 é fiel à memória de Lefebvre, aos elogios que ele fez a Franco, Pinochet e Le Pen e não pode deixar de se embevecer com um dos seus últimos sermões, em 1990: «O ateísmo baseia-se na Declaração dos Direitos Humanos».

Há quem pretenda, por cautela, fazer crer que Bento16 é um extremista razoável, uma espécie de talibã de rosto humano. É um estratagema para conservar os crentes que desconhecem a maldade do Vaticano e o pensamento do Papa.

11 de Março, 2009 Carlos Esperança

À TELEPAC

Dois dias sem Internet. Foi o regresso ao candeeiro a petróleo com os correios em greve. Não se pode dizer que não sobrevivi, a prova é este regresso, mas foi duro.

Não pude comunicar com amigos, editar prosa ou defender ideias. E o gosto pela escrita sumiu-se na arreliadora espera e na incompetência do servidor para resolver o problema.

Até descobri, com chamadas telefónicas pagas à minha custa, que há uma empresa fora da Telepac que resolve avarias… pagando, claro, 11 euros.

A tudo me sujeitava mas a avaria era na central, a empresa não podia resolver a avaria, eu era a única vítima e a demora podia durar três dias. Mas eu dependo da Internet, argumentei, e os funcionários, para ganharem tempo perguntavam-me o username e eu, descoroçoado, sei lá o que isso é ou onde pára, exasperava e repetia-lhes o número de contribuinte, obrigavam-me a repetir o número de telefone que antes uma gravação me tinha intimado a introduzir, antes de ouvir qualquer voz humana, enfim, um processo kafkiano que de tempos a tempos se repete e que, por incúria e medo não me atrevo a mandar a Telepac para onde o deputado do PSD, da escola do Prof. Charrua, mandou o deputado do PS.

Só falta dizer que a avaria não era na central. Era em casa. Bastou a chegada de um técnico para desligar uma ficha e voltar a ligar.

Assim pudesse desligar as superstições das pessoas. Sem voltar a ligá-las.